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ABERTURA |
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A
Associação Brasileira do Alumínio - ABAL tem
entre seus objetivos principais a busca de maior competitividade
interna e externa e a difusão dos usos do alumínio,
bem como o incentivo às suas novas aplicações.
Para
contribuir com um dos segmentos mais importantes deste setor, a
ABAL desenvolveu o Manual de Portas e Janelas de Alumínio,
com o apoio de seu Comitê de Mercado de Construção
Civil, como resultado da troca de experiências entre produtores,
extrusores, engenheiros, arquitetos e fabricantes de esquadrias
de alumínio.
O
objetivo deste material é promover a evolução
do mercado, auxiliando especificadores e até consumidores
de portas e janelas de alumínio a tirar o máximo proveito
das vantagens que estes produtos oferecem.
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VANTAGENS DO USO DE ESQUADRIAS
DE ALUMÍNIO |
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As esquadrias de alumínio
possuem grande longevidade devido à resistência à
corrosão, um atributo do alumínio que se complementa
aos tratamentos de superfície, como anodização
ou pintura.
A durabilidade é fator
determinante para sua recomendação em prédios
e residências, uma vez que a manutenção das
edificações é cada vez mais normatizada e
os outros produtos concorrentes não tem como ponto forte
a vida útil do material.
A variedade de apresentação
do alumínio permite ao arquiteto explorar de forma criativa
sua combinação com outros elementos das edificações,
destacando-se por sua estética, harmonia de tons e volumes,
que produzem um ambiente aconchegante e agradável ao convívio
interno.
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.: Menor consumo de energia
.: Atributos que valorizam os imóveis
.: Ventilação e controle de exaustão
.: Variedade de acabamentos e padrões
.: Tendências internacionais de aplicação |
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A economia
no consumo de energia pode ser enfatizada nos projetos com melhorias
de isolamento térmico, utilizando detalhes que combinam
perfis de alumínio com perfis de poliamida para criar a
ponte de ruptura térmica, bem como vidros duplos com câmara
de ar seco para melhor controle térmico.
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Isolamento acústico
A indústria brasileira de esquadrias de alumínio está
apta a oferecer soluções para qualquer nível
de solicitação. Há sistemas no mercado que podem
acomodar vidros com até 40mm de espessura. A norma brasileira
ABNT NBR 10821 estabelece os níveis máximos de ruído
admissíveis para os diversos tipos de ambientes os quais são
contemplados pelas linhas de esquadrias de alumínio.
Isolamento térmico
A indústria brasileira de esquadrias de alumínio está
apta a oferecer soluções de comportamento térmico
para qualquer nível de solicitação, inclusive
com o recurso de perfis com "thermal break". |
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Atributos que valorizam os imóveis
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Por sua imbatível durabilidade,
baixo custo de manutenção, desempenho, funcionalidade
e estética, as esquadrias de alumínio valorizam os imóveis
onde são empregadas, em confronto com outros materiais menos
nobres e eficientes.
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Design e aparência
Os produtores de alumínio disponibilizam
para o mercado linhas, modelos e sistemas os quais permitem a indústria
de esquadrias de alumínio no Brasil, oferecerem uma ampla gama
de opções para personalização dos projetos.
Há perfis e acessórios que contemplam várias
alternativas em termos de estética, mantendo a funcionalidade.
Comportamento estrutural
O comportamento estrutural adequado pode ser garantido
por análises e ensaios executados antes da especificação
definitiva das esquadrias. A norma brasileira ABNT NBR 10821 estabelece
as condições para as análises e ensaios.
Vedação
à água e ao ar
A indústria brasileira de esquadrias de alumínio oferece
soluções de muito bom desempenho nos quesitos vedação
à água e ao ar. A norma ABNT NBR 10821 estabelece o
desempenho mínimo exigível. Existem no país câmaras
de ensaios para avaliar o produto antes de sua aplicação.
Manutenção: fator de competitividade e economia
A baixa manutenção
exigida pelos caixilhos de alumínio é um fator econômico
que deve ser levado em conta no investimento inicial do imóvel.
Além disso, do ponto de vista de limpeza, sua manutenção
também se resume à água e sabão neutro.
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Ventilação
e controle de exaustão
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A regulagem
precisa da ventilação e exaustão do ambiente
é outra característica comum aos vários tipos
de esquadrias existentes, permitindo projetos adequados às
diferentes condições.
Possibilidade de Automação
De maneira geral, há no mercado recursos
para automação de praticamente quaisquer tipos de
esquadrias de alumínio, desde a simples manobra de uma porta
de garagem até a utilização de sensores para
movimentar uma esquadria na ocorrência de chuva ou quando
as condições de iluminação natural forem
alteradas.
 
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Variedade de acabamentos e padrões
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As esquadrias
de alumínio apresentam acabamentos variados, desde a anodização
natural e o uso das cores, como a pintura em resinas e cores diversificadas,
imitando inclusive outros materiais, como mármore e madeira.
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Anodização
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A anodização é
um processo que produz nas ligas de alumínio uma película
decorativa e protetora de alta qualidade, durabilidade e resistência
à corrosão, cobrindo uma ampla gama de aplicações,
algumas específicas, como anodização para
fins arquitetônicos.
Conheça
melhor as etapas deste processo, bem como as normas que controlam
a Qualidade da Anodização:
.: Pré-tratamento - Mecânico / Químico
.: Camada Anódica
.: Coloração
.: Selagem
.: Qualidade da Anodização
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Pré-tratamento
A anodização
começa por uma série de etapas que antecedem o processo
propriamente dito, cuja função é preparar a
superfície do alumínio, criando condições
para o efeito decorativo desejado, como:
Mecânico:
Escovamento, Jateamento, Polimento Mecânico etc,
Químico:
Polimento Químico e/ou Eletropolimento para acabamento brilhante,
fosco acetinado etc.
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Camada Anódica
A camada
anódica, composta de óxido de alumínio, é
produzida na superfície do metal de forma controlada e uniforme,
em banhos eletrolíticos, sob agitação e temperaturas
controladas.
A
camada anódica é obtida pela eletrólise de
uma solução de ácido sulfúrico, por
meio da aplicação de um diferencial de corrente contínua
em temperatura e agitação controladas.
A camada anódica, construída
em conformidade com parâmetros técnicos de processo,
como 200 g/l de ácido sulfúrico, 18 volts, 19º
C de temperatura e agitação constante, será
extremamente dura, porosa e transparente.
|
A estrutura
da camada anódica é constituída por células
hexagonais, cada uma delas com um poro central. No fundo dos poros
forma-se uma camada barreira, que separa o óxido em formação
do alumínio. O tamanho das células é determinado
pela voltagem de operação do banho, (17-19 volts),
enquanto que a espessura da camada é determinada pela relação
corrente x tempo. As características da camada anódica
dependem do tamanho e do volume dos poros e estão diretamente
ligadas à remoção do calor gerado no processo.
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Coloração
A porosidade
da camada anódica, similar à estrutura do tecido de
algodão, permite sua coloração por meio de
dois processos:
- Coloração por imersão em anilinas orgânicas
ou inorgânicas
- Coloração Eletrolítica, por eletrólise
de sais de metais.
| Imersão |
Eletrolítica |
|
A coloração
por imersão, com uso de anilinas é a mais empregada
e recomendada para o acabamento do alumínio para uso
interno decorativo, como é o caso de bens de consumo,
frisos para eletrodomésticos em geral, molduras de
quadros etc. Isto porque os corantes orgânicos em ambiente
externo não suportam os raios ultravioleta (UV) do
sol, havendo uma perda de cor muito acentuada.
|
A coloração
eletrolítica, muito usada atualmente, consiste na obtenção
de uma camada de óxido pelos métodos convencionais,
com ácido sulfúrico e subsequente tratamento
eletrolítico em uma solução levemente
ácida de um sal de metal, com uso de corrente alternada.
Para a eletrocoloração do alumínio, utiliza-se
sal de estanho como eletrólito, devido a sua alta resistência
aos raios UV, que proporciona mais de 30 anos de durabilidade.
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A = Champanhe Claro, B = Champanhe, C = Bronze Claro, D=
Bronze Médio, E = Bronze Escuro, F = Preto
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Anodização
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Selagem
A selagem
é a etapa mais importante e obrigatória do processo
de anodização e coloração do alumínio,
essencial para dar qualidade à camada anódica.
A
selagem é responsável pela resistência à
corrosão atmosférica, impedindo sua penetração
pelos poros; bem como pela dureza e resistência à abrasão. |
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Atualmente,
o processo de selagem é efetuado em duas etapas:
1º) O alumínio anodizado é imerso em uma solução,
em temperatura ambiente, composta por Sais de Níquel e Sais
de Flúor, que reagem formando um complexo gelatinoso nos poros
da camada anódica de Alumínio-Flúor-Níquel.
2º) Após a lavagem em água corrente, a reação
é acelerada pela passagem do alumínio anodizado em água
desmineralizada a 60-70º Celsius. |
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Controle de Qualidade da Anodização
O controle
de qualidade da anodização deve ser efetuado conforme
as Normas Técnicas da ABNT - Associação Brasileira
de Normas Técnicas relacionadas a seguir:
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Norma
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Descrição
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NBR 12609
|
Tratamento de Superfície
do Alumínio - Anodização para fins arquitetônicos.
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NBR 12610
|
Determinação da espessura da
camada anódica.
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NBR 12612
|
Determinação
da resistência da camada anódica ao intemperismo
acelerado. |
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NBR 8094
|
Corrosão por névoa
salina. |
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NBR 9243
|
Determinação
da qualidade de selagem da anodização pelo método
de perda de massa. |
|
NBR 12613
|
Determinação
da qualidade de selagem da anodização pelo método
de absorção de corantes. |
|
Classe de espessuras
de camadas anódicas para aplicações exteriores/interiores
|
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| Classe* |
Espessura da camada anódica
(micrômetro) |
Nível de Agressividade |
Ambiente típico |
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| A13 |
11 a 15 |
Baixa/Média |
Urbano/Rural |
| A18 |
16 a 20 |
Alta |
Litorâneo |
| A23 |
21 a 25 |
Excessiva |
Industrial/Marítimo |
Notas: * Os números
13, 18 e 23 que sucedem a letra A identificam o valor médio
da camada em micrômetros.
Para uma durabilidade de 30 anos em ambiente externo, recomenda-se
uma limpeza anual da camada anódica com detergentes
neutros.
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Pintura
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Para cumprir suas finalidades de beleza e proteção,
a pintura eletrostática do alumínio utiliza tecnologia
de tintas e vernizes, nos quais estão envolvidos muitos conceitos
científicos de química orgânica e inorgânica,
física de polímeros e físico-química,
bem como um controle adequado de qualidade.
O revestimento utilizado no
alumínio para a construção civil é a
pintura eletrostática, que se compõe de quatro etapas.
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.: Pré-tratamento
.: Pintura eletrostática
.: Polimerização
.: Controle de qualidade da pintura
.: Tipos de tintas |
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| Pintura |
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Pré-tratamento
O alumínio
deve ser preparado convenientemente para conferir as propriedades
físico-químicas fundamentais de resistência
à corrosão e resistência ao intemperismo. Normalmente
se utiliza uma seqüência de operações de
pré-tratamento composta por:
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Desengraxe
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Lavagem
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Desoxidação
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|
Lavagem
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Cromatização
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|
Lavagem
|
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Lavagem com água
Desmineralizada
|
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Secagem
|
A superfície
do alumínio é convertida em uma aderente e amorfa camada
de misturas de óxidos metálicos, de cor amarelo iridescente
marron claro, proporcionando resistência à corrosão,
aderência e ancoragem da tinta e durabilidade da superfície
do alumínio, quando pintadas. O processo de conversão
pode ser realizado por imersão, spray ou manual em temperatura
ambiente. |
| |
| Pintura |
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|
Pintura eletrostática
A pintura
eletrostática é o processo mais conhecido e largamente
utilizado na decoração e proteção do
alumínio. A aplicação de tinta eletrostática,
líquida ou em pó, é feita automaticamente através
de pistolas especiais em cabines especialmente projetadas para esse
fim. Tanto a pintura líquida quanto a pintura que utiliza
pó requerem tipos de tinta com características específicas
para cada finalidade de utilização, com uma gama variada
de cores.
|
Pintura eletrostática a pó
ou líquida
|
Aplicação
Os princípios
da aplicação eletrostática são simples.
Cria-se uma diferença de potencial de aproximadamente 100.000
Volts entre as partículas pulverizadas da tinta e o objeto
a ser pintado, o que resulta na atração das partículas
pelo objeto. Obtém-se assim uma economia de tinta com uma cobertura
uniforme e sem falhas. A condutibilidade da tinta é dada pelo
balanceamento adequado das polaridades dos seus componentes.
|
| |
| Pintura |
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|
Polimerização
A Polimerização
(cura ou secagem) das tintas utilizadas na pintura eletrostática
é obtida pelo efeito do calor em estufas ou fornos construídos
especialmente para essa finalidade. Este método de polimerização
é utilizado tanto para as tintas líquidas como para
tintas em pó e requer uma temperatura efetiva da superfície
metálica entre 120º C e 200º C, durante um ciclo
aproximado de 20 minutos.
|
| Pintura |
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|
Controle de qualidade da pintura
O Controle
da Qualidade da Pintura deve ser efetuado conforme as Normas Técnicas
da ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas
relacionadas a seguir:
| Norma |
Descrição |
NBR 14.125
Alumínio e suas ligas |
Tratamento de Superfície - Revestimento
Orgânico - Pintura. |
NBR 14.615
Alumínio e suas Ligas |
Determinação da flexibilidade
por mandril cônico da Pintura. |
| NBR 14.622 Alumínio
e suas ligas para fins arquitetônicos |
Determinação da aderência
da pintura. |
NBR 14.682
Alumínio e suas ligas |
Determinação
da aderência úmida da pintura pelo método
da panela de pressão. |
NBR 14.849
Alumínio e suas ligas |
Determinação
da resistência do revestimento orgânico de tintas
e vernizes em relação ao grafite. |
NBR 14.850
Alumínio e suas ligas |
Determinação
da resistência ao intemperismo artificial (UV) do revestimento
orgânico - Tintas e Vernizes. |
NORMAS / PROJETOS EM FASE DE PUBLICAÇÃO
PELA "ABNT" :
| Norma |
Descrição |
| Alumínio
e suas ligas |
Determinação
da resistência ao intemperismo natural do revestimento
orgânico de tintas e vernizes. |
| Alumínio
e suas ligas |
Resistência
à corrosão por exposição à
nevoa salina acética do revestimento orgânico de
tintas e vernizes em relação ao grafite. |
| Alumínio
e suas ligas |
Ensaio de Polimerização
de tintas e vernizes . |
| Alumínio
e suas ligas |
Ensaio
de Machu do revestimento orgânico de tintas e vernizes.
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| Pintura |
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Tipos de tintas
| Tipo |
Característica |
| Epóxi |
Boa resistência
química e mecânica, indicada para peças
internas não expostas a intempéries e radiações
ultravioleta. |
| Poliéster |
Excelente resistência
química e mecânica, indicada especialmente para
ambientes externos. |
| Híbrido |
Excelente resistência
química e mecânica, indicada para ambientes externos
de forma não permanente. |
| Poliuretano |
Muito semelhante
ao poliéster, porém, resiste ao ataque de produtos
como etanol que ataca o poliéster. |
Obs.: Para uma durabilidade
de 10 anos em ambiente externo, recomenda-se uma limpeza anual da
pintura Poliéster com detergentes neutros.
|
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Tendências internacionais
de aplicação
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Nos Estados Unidos e países europeus
difunde-se o uso de esquadrias isoladas térmica e acusticamente,
com vistas ao conforto ambiental e à conservação
de energia (calefação ou ar condicionado).
Utilizam-se
vidros duplos com câmara de ar seco, nos quais os perfis bipartidos
e ligados por perfis isolantes de poliamida quebram a ponte térmica
entre as faces interna e externa do ambiente.
Pesquisas
feitas na Europa, indicam que, na Espanha, 95% das esquadrias são
feitas em alumínio. Na Itália, cujo mercado é
maior, o alumínio participa com 70%, sendo que 30% dessas esquadrias
utilizam perfis com ponte de ruptura térmica.
|
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 |
A ATENUAÇÃO
SONORA |
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Na norma,
a atenuação sonora tem o objetivo de orientar, sem
ser exigência de conformidade, sobre os valores recomendados
para se ter conforto, levando-se em consideração
o uso e a atividade que serão realizadas no ambiente e
as condições a que este ambiente será exposto.
O
uso e a atividade determinam a tolerância ao ruído
no ambiente interno, classificada em alta, média, baixa
e nula. As condições de exposição
do nível de ruído no ambiente externo, classificam-se
em naturais, ocasionais, incipientes, moderadas, acentuadas e
criticas.
A
esquadria é classificada conforme a quantidade de ruídos
ou sons que consegue impedir que passem de um ambiente a outro.
O indicador de desempenho "CTS" (Classe de Transmissão
Sonora) determina que quanto maior seu valor, maior será
a eficiência na atenuação sonora.
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|
Nível
de Ruído
db(A)
|
Exemplos de Ruído
|
Conversação
|
Condição de Exposição
ao Ruído
|
Condições de Tolerância
ao Ruído
|
|
Nula
|
Baixa
|
Média
|
Alta
|
|
105
|
Buzina de automóvel a 1m de distância,
Aeroporto.
|
Aos berros
|
Críticas
|
40
<
CTS
|
40
<
CTS
|
30 <
CTS <
40
|
20 <
CTS <
40
|
|
95
|
Laterais de ferrovia, Piano, Indústria
ruidosa.
|
|
85
|
Proximidade de ferrovia, Pista de
boliche.
|
Em voz
muito alta
|
Acentuadas
|
40
<
CTS
|
30 <
CTS
<= 40
|
20 <
CTS
<= 30
|
10 <
CTS
<= 20
|
|
75
|
Cruzamento de grandes avenidas,
Motor a diesel.
|
|
65
|
Grande centro urbano, Motor a gasolina.
|
Em voz alta
|
Moderadas
|
40
<
CTS
|
10 <
CTS
<= 20
|
10 <
CTS
<= 20
|
CTS
<=
10
|
|
55
|
Conversação em shopping
center; burburinho urbano.
|
|
45
|
Escritório silencioso. |
Em voz normal
|
Incipientes
|
40
<
CTS
|
CTS
<=
10
|
CTS
<=
10
|
CTS
<=
10
|
|
35
|
Praça silenciosa, Rodovia
a grande distância. |
|
25
|
Madrugada em bairro
residencial. |
Em voz sussurada
|
Naturais ocasionais
|
40
<
CTS
|
CTS
<=
10
|
CTS
<=
10
|
CTS
<=
10
|
|
15
|
Cochicho, chuva branda. |
|
| |
|
 |
OS TIPOS E AS DIMENSÕES
DE ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO |
|
|
| |
Como
fator decisivo para competitividade, a racionalização
construtiva é hoje um foco importante dos fabricantes de
esquadrias de alumínio, que se dedicam a elevar os padrões
de utilização destes produtos, facilitando a vida
de clientes e fornecedores.
A
indústria vem utilizando duas abordagens para elevar a
qualidade de atendimento ao mercado: difundir os tipos de portas
e janelas existentes e suas respectivas características,
bem como as variadas dimensões que cada produto pode ter,
tomando como referência os vãos modulares.
|
|
.: tipos de portas e janelas
.: vãos modulares
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|
Principais tipos de portas e janelas de alumínio |
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Conheça
alguns dos principais tipos de portas e janelas que estão
no mercado e faça a melhor escolha!
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 |
.: Janela de tombar de eixo
horizontal inferior
.: Janela projetante de eixo horizontal superior
.: Janela maxim-ar projetante deslizante
.: Janela de abrir francesa
.: Porta balcão de abrir para o exterior/interior
.: Janela e porta de correr
.: Janela pivotante horizontal
.: Janela pivotante vertical
.: Persianas de enrolar
.: Janela basculante de múltiplos elementos
.: Janela projetante e janela de tombar
.: Janela guilhotina |
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|
Janela
de tombar de eixo horizontal inferior
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É
ideal para ventilar a parte superior do ambiente e pode ser mantida
aberta em caso de chuva e ventos moderados, permitindo uma graduação
da abertura.
Sua
utilização é restrita a pequenos vãos,
devido ao mecanismo de abertura, que projeta a janela para o interior
do ambiente.
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|
Janela projetante de eixo horizontal
superior
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Ventila
mais as áreas inferiores do ambiente e pode ser mantida aberta
mesmo com chuva. Tem boa estanqueidade, mas sua limpeza exige esforço
e requer dispositivos especiais para evitar riscos.
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Janela maxim-ar projetante deslizante
|
| |
Projeta-se
na parte inferior para fora, enquanto sua parte superior desliza
para baixo. Sua mobilidade de abertura e facilidade de limpeza a
torna preferida em muitos projetos, devendo manter-se fechada em
caso de ventos.
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|
Janela de abrir francesa
|
| |
É
o tipo de janela (porta balcão) mais utilizado na Europa.
De eixo vertical, abre-se para o interior, podendo ter folha simples
ou dupla. Quando abertas, estas folhas se projetam para o interior
do ambiente, sendo de fácil limpeza.
|
| |
|
Porta balcão de abrir
para o exterior/interior
|
| |
Permite
excelente iluminação natural do ambiente, quando o
vão está totalmente aberto, assim como a troca eficiente
de ar. Seu uso em residências é feito com ótimos
resultados.
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|
Janela e porta de correr
|
| |
É
o tipo de janela de dormitórios mais utilizado no Brasil,
com opções de três ou seis folhas que permitem
a abertura de até 50% do vão. Suas principais características
são a construção simples e econômica,
o manejo fácil, a ventilação permanente no
período noturno (com as venezianas perfuradas), dosagem na
renovação do ar ou claridade e a possibilidade de
uso de telas, grades, cortinas ou persianas.
|
| |
|
Janela pivotante horizontal
|
| |
Possui
abertura basculante, que projeta a parte inferior para fora do ambiente
e a superior para dentro, com movimentos comandados por um eixo
horizontal, que permite abertura de até 180º, e grande
eficiência na ventilação.
|
| |
|
Janela pivotante vertical
|
| |
Permite
realizar a abertura de grandes vãos com uma única
folha, girando verticalmente sobre um eixo, podendo vir dotada de
persianas instaladas entre vidros selados térmicos ou acústicos.
|
| |
|
Persianas de enrolar
|
| |
Além
da beleza e praticidade no controle da luz e do arejamento do ambiente,
são dotadas na maioria dos casos de automação,
oferecendo comodidade e facilidade de limpeza.
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| |
|
Janela basculante de múltiplos
elementos
|
| |
Conhecida
como vitrô, é utilizada em residências térreas,
especialmente em cozinhas, banheiros e áreas de serviço.
Sua concepção é simples e econômica e
permite a ventilação constante do ambiente.
|
| |
|
Janela projetante e janela de
tombar
|
| |
A área
de ventilação será proporcional à abertura
da janela, com menor eficiência de ventilação
para ângulos pequenos (até 30º), principalmente
quando o vento incidir perpendicularmente ao plano da janela. O
controle do direcionamento do ar só é possível
quando a janela for projetante e de tombar para dentro.
|
| |
|
Janela guilhotina
|
| |
Apresenta
os mesmo comportamento da janela de correr, embora não permita
normalmente o controle da área útil de ventilação,
o que pode ser evitado com um contrapeso que permita a parada da
folha em qualquer posição.
|
| |
|
 |
OS TIPOS E AS DIMENSÕES
DE ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO |
|
|
| |
|
Vãos modulares e dimensões
preferidas de esquadrias
|
| |
A dimensão precisa da
esquadria é uma decisão particular de cada fabricante
em função do projeto do produto e da tecnologia empregada
(desde que responda aos critérios mínimos de modulação
de Vãos e Juntas estabelecidos), as dimensões de esquadrias
sempre devem fazer referência ao Vão Modular. Estas
informações são do catálogo "Vãos
e Esquadrias" do Comitê de Tecnologia e Qualidade
do SindusCon - SP.
|
Vãos
Modulares, Tipologias e Esquadrias Preferidas
|
|
Vão Modular
|
Múltiplo de 10cm
|
|
Vão Vedação
|
Vão Modular + 1cm
|
|
Dimensão Esquadria
|
Vão Modular - 5cm
|
|
Vão Iluminação Ventilação
|
Vão Modular - 10cm, ou
Dimensão Esquadria - 5cm
|
|
TIPOLOGIAS
|
VÃO
MODULAR
|
ESQUADRIA
DIMENSÃO
|
VÃO
VEDAÇÃO
|
VÃO
ILUMINAÇÃO
VENTILAÇÃO
|
|
JC-2F
Janela de Correr
2 Folhas
|
1200 x 1200
|
1150 x 1150
|
1210 x 1210
|
1100 x 1100
|
|
1500 x 1200
|
1450 x 1150
|
1510 x 1210
|
1400 x 1100
|
|
JC-3F/V
Janela Correr
3 Folhas
com Veneziana
|
1200 x 1200
|
1150 x 1150
|
1210 x 1210
|
550 x 1100
|
|
1500 x 1200
|
1450 x 1150
|
1510 x 1210
|
700 x 1100
|
|
PC-2F
Porta de Correr
2 Folhas
|
1500 x 2200
|
1450 x 2150
|
1510 x 2210
|
1400 x 2100
|
|
2000 x 2200
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1950 x 2150
|
2010 x 2210
|
1900 x 2100
|
|
2400 x 2200
|
2350 x 2150
|
2410 x 2210
|
2300 x 2100
|
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PC-3F/V
Porta de Correr
3 Folhas
com Veneziana
|
1500 x 2200
|
1450 x 2150
|
1510 x 2210
|
700 x 2100
|
|
2000 x 2200
|
1950 x 2150
|
2010 x 2210
|
850 x 2100
|
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PC-4F
Porta de Correr
4 Folhas
|
3000 x 2200
|
2950 x 2150
|
3010 x 2210
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2900 x 2100
|
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JC-2F/P
Janela de Correr
2 Folhas com
Persiana de Enrolar
|
1200 x 1200
|
1150 x 1150
|
1210 x 1210
|
1100 x 1000
|
|
1500 x 1200
|
1450 x 1150
|
1510 x 1210
|
1400 x 1000
|
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PC-2F/P
Porta de Correr
2 Folhas com
Persiana de Enrolar
|
1200 x 2300
|
1150 x 2250
|
1210 x 2310
|
1100 x 2100
|
|
1500 x 2300
|
1450 x 2250
|
1510 x 2310
|
1400 x 2100
|
PA-1F
Porta Pivotante
Vertical 1 Folha
|
900 x 2200
|
850 x 2150
|
910 x 2210
|
800 x 2100
|
|
PA-2F
Porta de Abrir
2 Folhas
|
1500 x 2200
|
1450 x 2150
|
1510 x 2210
|
1400 x 2100
|
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JC-2F/C
Janela de Correr
2 Folhas Camarão
|
1200 x 1200
|
1150 x 1150
|
1210 x 1210
|
1100 x 1000
|
|
1500 x 1200
|
1450 x 1150
|
1510 x 1210
|
1400 x 1000
|
|
PC-2F/C
Porta de Correr
2 Folhas Camarão
|
1500 x 2200
|
1450 x 2150
|
1510 x 2210
|
1400 x 2100
|
|
2000 x 2200
|
1950 x 2150
|
2010 x 2210
|
1900 x 2100
|
|
RF-1F
Requadro Fixo
1 Folha
|
600 x 600
|
550 x 550
|
610 x 610
|
500 x 500
|
|
800 x 600
|
750 x 550
|
810 x 610
|
700 x 500
|
|
Mx-1F
Maxim-ar
1 Folha
|
600 x 600
|
550 x 550
|
610 x 610
|
500 x 500
|
|
800 x 600
|
750 x 550
|
810 x 610
|
700 x 500
|
|
1000 x 600
|
950 x 550
|
1010 x 610
|
900 x 500
|
|
VP-2F
Ventilação
Permanente
2 Folhas
|
1200 x 1200
|
1150 x 1150
|
1210 x 1210
|
1100 x 1100
|
|
PC-1F/AS
Porta de Correr para
Área de Serviço
|
1500 x 2200
|
1450 x 2150
|
1510 x 2210
|
1400 x 2100
|
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AS POSSIBILIDADES DE ACABAMENTO
E A VALORIZAÇÃO ESTÉTICA |
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A aparência
do alumínio é valorizada pelo acabamento aplicado
sobre sua superfície. Daí a importância dos
processos empregados com essa finalidade, que determinam as características
protetoras e decorativas de alta durabilidade.
Os processos de acabamento do alumínio mais utilizados
são a Anodização e a Pintura.
.: Anodização
.: Pintura |
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DICAS PARA A LIMPEZA E A CONSERVAÇÃO
DAS ESQUADRIAS |
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Para
que as esquadrias de sua edificação se mantenham como
novas e em perfeito funcionamento por muitos anos, observe atentamente
as seguintes recomendações quanto à limpeza,
lubrificação e pinturas de parede.
.: Limpeza
.: Lubrificação
.: Proteção durante a pintura
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1. A limpeza das esquadrias,
como um todo, inclusive guarnições de borrachas e escovas,
deverá ser feita com uma solução de água
e detergente neutro, a 5%, com auxílio de esponja ou pano macios,
nos seguintes intervalos de tempo:
- No mínimo, a cada 12 meses em zona urbana e rural
- No mínimo a cada 3 meses em zona marítima ou industrial.
2. As janelas e portas de correr
exigem que seus trilhos inferiores sejam constantemente limpos, para
se evitar o acúmulo de poeira, que, com o passar do tempo,
vão se compactando pela ação de abrir e fechar,
transformando-se em crostas de difícil remoção,
ao mesmo tempo que comprometem o desempenho das roldanas exigindo
sua troca precoce.
3. Não usar, em hipótese
alguma, fórmulas de detergentes com saponáceos, esponjas
de aço, de qualquer espécie, ou qualquer outro material
abrasivo.
4. Não usar produtos ácidos
ou alcalinos. Sua aplicação poderá manchar a
anodização e tornar a pintura opaca.
5. Não utilizar objetos
cortantes ou perfurantes para auxiliar na limpeza de "cantinhos"
de difícil acesso. Esta operação poderá
ser feita com o auxílio de um pincel de cerdas macias embebido
na solução indicada no ítem 1.
6. Não usar produtos derivados
de petróleo (vaselina, removedor, thiner etc.). O uso de tais
produtos, num primeiro instante, pode deixar a superfície mais
brilhante e bonita. Porém, em sua fórmula existem componentes
que vão atrair partícula de poeira que agirão
como abrasivo, reduzindo, em muito, a vida do acabamento superficial
do alumínio. De outro lado, os derivados de petróleo,
podem ressecar plásticos e borrachas, fazendo com que percam
a sua ação vedadora.
Em caso de dúvida, antes
de utilizar qualquer produto que possa por em risco a beleza e funcionamento
de suas portas ou janelas, consulte o fabricante das esquadrias. |
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Todas as articulações e roldanas trabalham sobre
uma camada de náilon auto-lubrificante, razão porque
dispensam qualquer tipo de graxa ou óleo. Estes produtos não
devem ser aplicados às esquadrias, pois em sua composição
poderá haver a presença de ácidos e outros aditivos
não compatíveis com os materiais usados na fabricação
das esquadrias. |
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Antes de executar qualquer
tipo de pintura, seja com utilização de tinta a óleo,
látex ou cal, tomar o devido cuidado de proteger as esquadrias
com fitas adesivas de PVC. Evite a utilização de fitas
tipo "crepe". Esta fita costuma manchar a esquadria quando
em contato prolongado.
Remover a fita protetora imediatamente
após o término da pintura. Na composição
de sua cola existem ácidos e produtos agressivos que em contato
prolongado com as esquadrias podem danificá-las.
Caso haja contato da tinta
com a esquadria, limpar imediatamente, enquanto fresca, com pano
seco e em seguida com pano umedecido em solução de
água e detergente neutro.
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RECOMENDAÇÕES
PARA UMA BOA ESPECIFICAÇÃO DE PROJETO |
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| |
Para
todos os tipos de edificações, das mais complexas
e sofisticadas àquelas mais simples e econômicas,
o arquiteto deve estabelecer, objetivamente, o desempenho exigido
das esquadrias, sob pena de instalar produtos não alinhados
com os conceitos gerais de seu projeto e conviver com problemas
de desempenho por muito tempo.
.: A valiosa experiência dos profissionais
.: O conhecimento das normas técnicas brasileiras
.: Assistência de um fabricante de esquadrias
.: Dicas para obter a melhor esquadria
.: Qualidade dos acessórios
.: Boa vedação garante desempenho
.: Exemplo de Projeto
As condições
de desempenho devem ser registradas nas especificações
de esquadrias que integram o caderno de encargos do empreendimento.
Cientes das expectativas quanto aos seus produtos, os fabricantes
de esquadrias interessados no fornecimento poderão desenvolver
orçamentos adequados e oferecer sugestões, tanto
ao arquiteto quanto ao construtor e ao empreendedor, que não
só atendam às exigências, mas agreguem valor
ao empreendimento.
A definição
do nível de desempenho envolve muitos aspectos, que assumem
maior ou menor importância em função do tipo
de edificação. Alguns são qualitativos, como
a aparência geral do conjunto, a aparência dos acessórios
visíveis, o acabamento de superfície a ser utilizado,
a maior ou menor facilidade de operação, de conservação
e de manutenção. Outros referem-se à conformidade
das esquadrias, que pode ser verificada por ensaios, como a estanqueidade
à água e ao ar, o conforto térmico e acústico,
o comportamento estrutural e outros.
Diversos pontos são
relevantes no trabalho de especificação, mas três
deles destacam-se: a própria experiência dos profissionais
de arquitetura, o conhecimento de todas as normas brasileiras
pertinentes e a assistência de um fabricante de esquadrias
bem informado sobre os produtos disponíveis no mercado.
|
| |
A
valiosa experiência do arquiteto
|
|
|

A experiência do arquiteto vai
determinar também que produtos não utilizar, em função
de problemas enfrentados no passado. Profissionais preocupados com
seus projetos verificam o desempenho dos produtos depois de instalados,
comparam com o desempenho "prometido" e aprendem com os
enganos cometidos.
Infelizmente
é muito comum se encontrar esquadrias praticamente novas,
com alguns meses de utilização, já apresentando
problemas das mais diversas naturezas, sem que o arquiteto especificador
e/ou o consumidor reclamem.
|
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O
conhecimento das normas brasileiras
|
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|

|
O conhecimento das normas brasileiras,
que hoje já cobrem quase a totalidade dos pontos importantes
sobre esquadrias de alumínio, permite ao arquiteto a elaboração
de um "check list", no qual todos os aspectos relevantes
serão levados em conta.
|
É
interessante salientar que as normas brasileiras não fazem
nenhuma menção ao nível de sofisticação
da obra. O desempenho mínimo é exigido de todas as esquadrias,
colocadas em qualquer tipo de obra. O arquiteto pode exigir um desempenho
melhor do que aquele estabelecido pelas normas em uma obra sofisticada,
mas não pode abrir mão de exigências das normas
para as chamadas obras econômicas. O mesmo se aplica ao construtor
e ao fabricante de esquadrias.
Nesse
aspecto, o Código Brasileiro de Defesa do Consumidor responsabiliza
todos os profissionais e empresas que participam do fornecimento de
um produto ou serviço por não fazer cumprir as normas
regularmente vigentes no país. Para o Código, as normas
têm força de lei. |
| |
Assistência
de um fabricante de esquadrias
|
|
|
A participação de um fabricante
de esquadrias contribui para a atualização da especificação,
trazendo soluções de modernidade e colaborando para
que se adote produtos de melhor desempenho e mais competitivos.
Como especialista em esquadrias, o fabricante mantém-se bem
informado sobre os diversos sistemas disponíveis no mercado,
suas vantagens, desvantagens, aplicações típicas
e características.
Por
razões de marketing, os sistemas são mantidos em equilíbrio
dinâmico por seus fabricantes, com permanente inclusão
e retirada de componentes, introdução de aperfeiçoamentos,
bem como novos tipos de esquadrias, acabamentos e possibilidades
de utilização. Isso tudo sem falar no contínuo
movimento de lançamento de novos sistemas completos.
|
Utilização de uma serra de
corte computadorizada
|
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Dicas
para se obter a melhor esquadria de alumínio
|
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|

Confira a seguir outras dicas que a Associação
Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio (AFEAL)
recomenda para o sucesso de um projeto:
Uma
boa esquadria de alumínio depende de um bom projeto.
O
projeto deve ser elaborado por empresa especializada na fabricação
de esquadria de alumínio, que possua corpo técnico
gabaritado, ou por projetista profissional competente, habituado
a projetos específicos em esquadrias de alumínio.
Todo
projeto deve ser acompanhado de Memorial Descritivo, constando detalhadamente
os materiais e componentes utilizados nas esquadrias de alumínio
projetadas: perfis, acessórios, sistemas de vedação,
anodização ou pintura, sistemas de ancoragem e de
fixação.
Para
sua segurança, consulte a AFEAL para indicação
de empresas fabricantes de esquadrias ou de empresas especializadas
na execução de projetos.
Solicite
a análise do projeto à AFEAL. Qualquer dúvida
a respeito será sanada nessa checagem.
Toda
esquadria deve ser testada em laboratório quanto ao:
Comportamento quanto à penetração de ar - NBR
6485;
Comportamento quanto à estanqueidade à água
- NBR 6486;
Comportamento sob cargas uniformemente distribuídas - NBR
6487.
O
CTA - Centro Tecnológico do Alumínio Afeal está
apto a executar os testes de laboratório em Câmaras
de Testes, as mais modernas da América Latina.
As
Esquadrias de Alumínio devem ser fabricadas seguindo os critérios
pré-estabelecidos pelo projeto, pelo memorial descritivo
e pelo laudo de laboratório, sempre de acordo com as normas
ABNT.
A
AFEAL acompanhará a fabricação das esquadrias
na indústria.
A
instalação das esquadrias de alumínio deve
ser executada por pessoal especializado do fabricante.
A
AFEAL acompanha a instalação do produto na obra, assegurando
que tudo foi executado dentro dos critérios estabelecidos
pelas Normas ABNT.
|
| |
Qualidade
dos acessórios
|
|
|
Os acessórios, embora sejam elementos
fundamentais para o bom desempenho dos sistemas de caixilharia,
nem sempre foram considerados, analisados, desenvolvidos e fabricados
como as indústrias produzem atualmente. Até meados
da década de 60, não havia espaço empresarial
para um fabricante que produzisse exclusivamente acessórios.
Isso porque, até então, eram as esquadrias de aço
e madeira que dominavam o mercado, sendo seus acessórios
artesanalmente fabricados pelos serralheiros, por pequenas indústrias
sem expressão ou importadas de outros países, na falta
de outra opção.
|
|
|
.: Importância dos acessórios
.: Materiais utilizados
.: Desempenho e controle de qualidade
.: Modalidade de acessórios
|
Com os projetos de esquadrias européias
trazidos pelos fabricantes de esquadrias de alumínio, que começaram
a ser produzidas no Brasil, a situação mudou. Inicialmente,
as esquadrias de alumínio utilizaram o trabalho artesanal de
serralheiros para a confecção dos acessórios,
até que, na década de 70, entraram em atividade as primeiras
indústrias metalúrgicas exclusivas de acessórios
para caixilharia de alumínio. Essa expansão continua
até hoje com o surgimento de uma variada linha de acessórios
com os mais diversos tipos e formatos, que podem ser utilizados principalmente
em esquadrias de alumínio.
Em
qualquer dos casos, a qualidade dos materiais utilizados deve ser
compatível com a durabilidade da matéria-prima do próprio
caixilho. Por isso, muitos fabricantes estão atentos à
utilização de materiais de boa qualidade, de modo a
que as peças acessórias assegurem o melhor desempenho
às esquadrias de alumínio. |
| |
Qualidade
dos acessórios
|
|
|
> Importância dos acessórios
Em
vista da grande variedade de esquadrias que são produzidas
pelos serralheiros, o mercado já oferece várias alternativas
de peças adaptáveis aos mais variados tipos de perfis.
O
consumidor final deve assegurar-se da qualidade dos componentes
usados nos acessórios, para que não venham a ser causas
de defeitos, devido a inadequações ou incompatibilidades
entre os componentes e a montagem final dos caixilhos.
Existem
algumas orientações gerais que devem ser seguidas
por todos os fabricantes de caixilhos de alumínio. Tais orientações
indicam o uso de parafusos de aço inoxidável para
as montagens em alumínio, para que não venham a sofrer
corrosão galvânica em suas fixações no
alumínio por diferenças dielétricas entre os
materiais envolvidos.
Outra
orientação se refere ao uso de fechos cujo ciclo de
vida útil seja garantido, mesmo que sem manutenção,
pois as condições de conservação nem
sempre são favoráveis.
Pode-se
afirmar que a maioria dos defeitos encontrados no funcionamento
de caixilhos se deve à escolha inadequada dos acessórios.
Esse problema é agravado porque em muitos projetos de caixilharia
não se estuda a fundo os acessórios. Desenvolvidos
quase sempre na última etapa do projeto, é muito comum
haver adaptações, sem que a compatibilização
entre as necessidades do conjunto tenha sido feita com os elementos
a serem utilizados como acessórios.
O
mau assentamento dos caixilhos nos vãos também pode
comprometer a vida útil dos acessórios. Todos os movimentos
das folhas se dão em função do uso de acessórios
que foram desenhados para funcionar sobre um suporte rígido.
Obviamente, os esforços que os acessórios recebem
são em função da qualidade da instalação,
pois devem ser transmitidos para o marco, e este, se for o caso,
ao contramarco, sustentando o conjunto todo.
|
| |
Qualidade
dos acessórios
|
|
|
> Materiais utilizados
Os acessórios
podem ser compostos por materiais como o alumínio extrudado,
alumínio fundido/injetado, latão, aço inox,
zamak, nylon. A escolha dos materiais deve se adequar ao processo
de fabricação dos acessórios, conforme o desempenho
que se espera das peças. A boa adequação é
responsável pela robustez, durabilidade e acabamento. Por
isso, as ligas devem ser bem determinadas, de acordo com as necessidades
do acessório a ser fabricado.
O
aço inox é indicado para peças como lingüetas
de fechos, contra-fechos, parafusos, arruelas, sempre que se exigir
resistência maior aos agentes agressivos.
O
nylon é utilizado em peças que entram em atrito com
o alumínio e o aço inox, como roldanas, bicos de fechos,
freio de braços e detalhes estéticos. Normalmente,
os fabricantes de acessórios utilizam nylon de engenharia
de primeira linha, inclusive para pequenos detalhes de acabamentos
de acessórios.
|
| |
Qualidade
dos acessórios
|
|
|
> Desempenho e controle de qualidade
Os
acessórios de um caixilho devem contribuir para o bom desempenho
do conjunto, notadamente no que se refere à estanqueidade
ar/água, isolação termoacústica, ventilação
e estabilidade estrutural. O dimensionamento dos acessórios
deverá obedecer às necessidades da esquadria.
O
conjunto de acessórios representa 8,5 % do custo da esquadria
acabada (Edifício residencial 18 andares, de padrão
médio/alto com 4 apartamentos por andar com 3 dormitorios)
e é o maior responsável pelo bom funcionamento das
esquadrias. Isto demonstra que não se deve economizar quanto
à determinação e especificação
de materiais de boa qualidade para os acessórios.
|
| |
Qualidade
dos acessórios
|
|
|
> Desempenho e controle de qualidade
Os
acessórios de um caixilho devem contribuir para o bom desempenho
do conjunto, notadamente no que se refere à estanqueidade
ar/água, isolação termoacústica, ventilação
e estabilidade estrutural. O dimensionamento dos acessórios
deverá obedecer às necessidades da esquadria.
O
conjunto de acessórios representa 8,5 % do custo da esquadria
acabada (Edifício residencial 18 andares, de padrão
médio/alto com 4 apartamentos por andar com 3 dormitorios)
e é o maior responsável pelo bom funcionamento das
esquadrias. Isto demonstra que não se deve economizar quanto
à determinação e especificação
de materiais de boa qualidade para os acessórios.
|
| |
|
 |
RECOMENDAÇÕES
PARA UMA BOA ESPECIFICAÇÃO DE PROJETO |
|
|
| |
Boa
vedação garante desempenho
|
|
|

O Sistema de vedação é
importantíssimo para o bom desempenho de um caixilho.
A
caixilharia é o segundo item mais oneroso de uma obra e,
em alguns casos, chega a ser o primeiro item. Por isso, é
importante contar com um sistema de vedação eficiente,
pois se avaliarmos o custo/benefício este valor é
irrisório, equivalendo a aproximadamente dois por cento do
custo da caixilharia. A seguir algumas recomendações
importantes para a instalação.
.: Fita vedadora
.: Perfis de vedação - características físico-químicas
.: Tipos de selantes - selantes de silicone
.: Capacidade de movimentação
.: Aderência ao suporte
.: Compatibilidade com os substratos e outras dicas
|
| |
|
|
> Fita vedadora
Deve atender
à Norma AAMA 701/1992. Para cumprir realmente a sua
função, a Fita Vedadora deve ter os fios semiflexíveis,
com hidrorepelência comprovada.
Sua
composição é 100% de polipropileno, com fios
semiflexíveis estabilizados contra raios ultra violeta, que
permitem total resistência às intempéries, água,
maresias e pó. Por possuir baixo coeficiente de atrito, sua
base rígida desliza suavemente no encaixe do perfil de alumínio.
O
conceito de vedação utilizado mundialmente é
duplo e contínuo para que não ocorra infiltração
de água no interior do caixilho.
As
Fitas Vedadoras Poly Bond são formadas exclusivamente
por fios de polipropileno e o grau de compressão recomendado
é de 20 à 25%.
As
Fitas Vedadoras Fin-Seal, são formadas por fios e
uma sólida barreira de polipropileno e o grau de vedação
recomendado é de 15%.
Ambos
possuem alturas que variam de 2 a 12mm, bases convencionais e especiais
e cores de acordo com as exigências de cada projeto.
Produtos
como cloro, aguarrás, ácido nítrico e óleo
combustível atacam a Fita Vedadora, alterando assim suas
características.
|
| |
|
|
> Perfis de vedação
Os
Elastômeros de EPDM devem atender às especificações
da Norma NBR 13756.
O
EPDM é um polímero sintético constituído
por Etileno. Propileno. Dieno, Monomero, material que apresenta
como característica principal uma excelente resistência
à ação das intempéries, ao ozônio
e altas e baixas temperaturas. É o único produto que
está normatizado pela ABNT, e possui uma performance
superior ao PVC, SBR e outros, que são incompatíveis
com as grandes variações térmicas de nosso
País.
Produtos
como vaselina, combustíveis em geral, solventes, querosene,
tiner, gasolina, lubrificantes, tolueno, toluol, atacam as características
físico químicas do EPDM.

> Características físico-químicas
Condições
específicas - Guarnições para esquadrias -
Material - EDPM de acordo com a Norma NBR 13.756:
|
PROPRIEDADES
|
UNIDADES
|
REQUISITOS
|
| 5.1. Originais |
-
|
-
|
| 5.1.1. Dureza (conforme NBR 7318) |
Durômetro Shore
A
|
60 a 70
|
5.1.2. Tensão de ruptura conforme
NBR 7462
corpo de prova modelo 1 |
MPa
|
min. 7
|
5.1.3. Alongamento à ruptura
conforme NBR 7462
corpo de prova modelo 1 |
%
|
min. 250
|
5.2. Deformação permanente
à compressão ASTM D 395
método B exposição durante 22 h a 70o C |
%
|
máx. 35
|
5.3. Resistência ao calor conforme
NBR 6565 exposição
durante 70h à 70 Graus |
-
|
-
|
| 5.3.1. Variação da dureza |
Durômetro Shore
A
|
máx. +10
|
| 5.3.2. Variação a tensão
de reptura |
%
|
máx. -35
|
| 5.3.3. Variação do alongamento
de ruptura |
%
|
máx. -50
|
5.4. Resistência ao ozônio
70 h 40o C 50 ppcm* 20% de tensão
(ver nota A) |
índice de
fendimento
|
0
|
| 5.5. Teor de cinzas |
%
|
7
|
|
MEDIDAS
DE SEÇÕES TRANSVERSAIS
|
|
Faixa de
dimensões nominais
|
Classe E1
|
Classe E2
|
Classe E3
|
| 0 até 2,5 |
0,20
|
0,35
|
0,50
|
| acima de 2,5 até 4,0 |
0,25
|
0,40
|
0,70
|
| acima de 4,0 até 6,3 |
0,35
|
0,50
|
0,80
|
| acima de 6,3 até 10,0 |
0,40
|
0,70
|
1,00
|
| acima de 10,0 até 16,0 |
0,50
|
0,80
|
1,30
|
| acima de 16,0 até 25,0 |
0,70
|
1,00
|
1,60
|
| acima de 25,0 até 40,0 |
0,80
|
1,30
|
2,00
|
| acima de 40,0 até 63,0 |
*
|
1,60
|
2,50
|
| acima de 63,0 até 100,0 |
*
|
2,00
|
3,20
|
|
| |
|
|
> Tipos de selantes
Selante é uma composição
elastomérica à base de materiais próprios para
vedação, que consegue ser aplicada em temperatura
ambiente. É normalmente usado na calafetação,
colagem e isolação entre dois suportes quaisquer.
A sua principal característica deve ser a capacidade de absorver
movimentações, isto é, resistir aos movimentos
normais, cíclicos, de alongamento e compressão de
juntas, trabalhando em conjunto com os suportes, sem soltar-se.
Normalmente são usados em juntas cheias.
Existem vários tipos
de selantes à disposição no mercado, que se
distinguem por seu desempenho, em face das diversas propriedades
que cada material possui. O mais conhecido selante usado para a
construção civil, no caso de janelas e portas de alumínio,
é o silicone. 
> Selantes de silicone
Compostos por óleos
reativos de silicone, catalizadores, cargas, promotores de adesão
e reticulantes, constituem a terceira geração de selantes.
As principais características dizem respeito à grande
elasticidade, absorvendo movimentos de juntas de 12% a 100%, com
memória elástica quase total. Resistem bem ao envelhecimento
e aos agentes climáticos e garantem adesão sobre a
maioria dos substratos (com ou sem primer, conforme o tipo de selante
formulado). Não podem ser pintados e alguns tipos de reticulação
produzem odores desagradáveis.
No destaque, a aplicação
de silicone
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> Capacidade de movimentação
É
a principal característica de um selante. Em cada aplicação,
os selantes devem atender satisfatoriamente às solicitações
de dilatação e contração dos materiais
suportes, sem romper ou descolar. Para cada caso, um selante pode
ser recomendado. Juntas de pouca movimentação não
exigem um selante de grande elasticidade. Por outro lado, quando as
dilatações são de maior magnitude, deve-se especificar
selantes com maior capacidade de dilatar-se, sem gerar tensões
nas áreas de adesão aos materiais suportes. Movimentos
excessivos em selantes de pouca elasticidade podem provocar dois tipos
de rupturas. A ruptura adesiva, quando o selante solta-se do suporte;
ou ruptura coesiva, quando a força de adesão é
superior à coesão do selante.
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> Aderência ao suporte
Quanto maior a adesão aos suportes, maior a
garantia e vedação do conjunto. Cada material utilizado
na construção civil, como vidro, alumínio,
aço, cerâmica, plástico, fiberglass e pré-fabricados
de concreto, exige um tipo de comportamento do selante. As garantias
de adesão e de dilatação compatíveis
com os suportes determinam o tipo de selante ideal em cada caso.
Ambas as características dependem do módulo de deformação
do selante. Módulos de deformação correspondem
à tensão necessária para provocar uma deformação
(permanente ou não) de 100% num corpo-de-prova de selante.
Juntas de muita movimentação requerem selantes de
baixo módulo para reduzir o nível de tensão
nos materiais e nas superfícies de contato, devido aos deslocamentos
dos suportes. Assim, evita-se a fadiga precoce na área de
adesão. O caso inverso, ou seja, juntas de pouca movimentação,
pedem selantes de médio ou alto módulos, e as aplicações
típicas deste caso são as juntas de aquários
e a colagem de vidros do tipo "Structural Glazing".
| Módulos
de deformação dos selantes |
| Baixo |
até 0,25MPa
(35psi) |
| Médio |
próximo
de 0,35MPa (50psi) |
| Alto |
mais de 0,50MPa
(70psi) |
Conforme o tipo
de substrato, alguns selantes necessitam da aplicação
de primers para melhorar ou promover a adesão. Geralmente
os fabricantes dos selantes recomendam o uso destes elementos, em
função dos materiais suportes. Superfícies
como concreto e madeira, na maioria das vezes, necessitam de primers.
Os demais materiais, alumínio, vidro, aço inox, geralmente
dispensam tais aplicações.
A adesão, na maior parte
das vezes, é garantida pela boa limpeza dos substratos e
total ausência de umidade. Materiais como o granito e concreto
devem ser escovados e em seguida retiradas todas as partículas
não aderidas com ar comprimido ou pano com solvente.
Vidros, alumínio e aço
inox ou galvanizado devem ser limpos com álcool isopropílico
para remover qualquer tipo de óleos, graxas, vaselinas. Aços,
quando sujeitos à corrosão, devem ser jateados ou
escovados e limpos com solventes.
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> Compatibilidade com os substratos
Nem todos os selantes são
compatíveis com todos os tipos de substratos. As incompatibilidades
devem ser conhecidas, pois provocam ausência ou perda de adesão,
contaminação irreversível dos materiais, manchas
e ataques aos suportes.
Contaminação
Com o tempo, certos materiais utilizados em guarnições,
como os perfis de Neoprene ou EPDM, exudam plastificantes e enxofre,
elementos que, em contato com o selante, causam contaminações
e escurecimento, podendo levá-los à perda de adesão.
Manchamentos
Os próprios selantes também podem exudar óleos
e plastificantes que, com o tempo, mancham superfícies porosas
como pedra e cimento, deixando um aspecto sujo nas juntas.
Ataques e incompatibilidades
Alguns tipos de selantes, durante sua reticulação,
soltam gases que podem provocar ataques aos suportes. É o
caso típico de selantes de silicone de reticulação
acética.
Tipos de reticulação
Quando são aplicados, no momento do contato com a umidade
ambiente, os selantes sofrem uma reação de reticulação,
ou seja, passam de uma forma pastosa, que facilita a aplicação,
para a forma final de elastômero, transformando-se em elementos
de borracha flexível aderida às superfícies
de contato com os suportes.
No caso dos selantes de silicone,
existem três sistemas básicos de reticulação:
Acéticos (que exudam ácido acético e não
são recomendados em concretos, pedras, revestimentos galvanizados,
zincados, vidros laminados, que sofrem seu ataque); Oximas (selantes
neutros, que emanam apenas gás oxima) e Alcoólicos
(liberam álcool).
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A BOA INSTALAÇÃO
TAMBÉM ASSEGURA O MELHOR DESEMPENHO |
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Saiba como garantir um processo
de instalação adequado para que as esquadrias de
alumínio tenham o desempenho esperado em sua obra, fazendo
este check-list antes, durante e depois da realização
deste trabalho.
.: Antes
.: Durante
.: Depois
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Detalhe de instalação de
contramarco
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Antes
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O
início dos trabalhos de instalação das esquadrias
deverá ser precedido por uma inspeção conjunta
com o fabricante contratado, visando verificar:
1.
Condições de dimensões, prumo, nível
e taliscas dos vãos.
2.
Não ocorrência de trabalhos adjacentes que possam
prejudicar a qualidade das esquadrias, principalmente jato de
areia, lavagens com produtos ácidos ou básicos,
fatores que prejudicarão o acabamento e o desempenho estrutural.
3.
Na ocorrência de deflexões nas vigas e lajes, devidas
a cargas acidentais durante a construção, principalmente
por material estocado e equipamentos de obra.
4.
Presença de vigas ou lajes ainda descimbradas e que poderão
gerar deflexões posteriores.
5.
Acabamentos perimetrais, soleiras, peitoris, rejuntamentos etc,
quanto à sua forma, interface com o alumínio e qualidade
da impermeabilização.
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Durante
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Iniciada
a instalação deverão ser verificados os seguintes
ítens:
1. O
chumbamento do contramarco é o processo do qual dependerá
o bom desempenho da esquadria em relação à
estanqueidade à água e à segurança
estrutural do conjunto. Toda superfície do perfil deve
ser preenchida com argamassa de areia e cimento (traço
em volume de 3:1), qualquer fresta ou falha será ponto
de infiltração.
2.
A folga razoável que permite "chapar" a argamassa
é de 30mm entre o contramarco e a alvenaria, ou seja, o
vão deve estar 60mm maior que as dimensões do contramarco.
A folga poderá variar conforme a necessidade e a conveniência
da obra, sendo importante apenas manter a boa qualidade do chumbamento.
|
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Falha no chumbamento permite a percolação
da água para o lado interno do ambiente.
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| |
3.
Devido à forma de fabricação do contra marco
de alumínio, é necessária, no momento da
instalação do caixilho propriamente dito, a vedação
com mástique nestes cantos inferiores, impedindo assim
qualquer possibilidade de infiltração por estes
pontos.
4.
A patologia de maior ocorrência é a da infiltração
pela parte inferior do contramarco, causada pela falha no chumbamento,
resultando em contramarco "oco" no peitoril.
5.
O embarrigamento pode se manifestar como ondulações
ao longo dos perfis ou como torção no eixo transversal
de cada perfil do conjunto do contramarco. A própria atividade
de chumbamento do contramarco, "chapando" a argamassa
entre o perfil de alumínio e a alvenaria, é uma
situação propícia para o embarrigamento dos
perfis perimetrais do contramarco.
Esta
patologia a princípio dificulta a instalação
do caixilho no contramarco e, por conseqüência, prejudica
o funcionamento e o desempenho quanto à estanqueidade.
Para
evitar este problema, devemos utilizar réguas de alumínio
ou gabarito, amarrados nos perfis do contramarco, reforçando
a peça para a execução do chumbamento.
6.
Nas portas de correr de sacada é importante manter o desnível
mínimo entre o trilho inferior e o piso interno do ambiente
para se obter o desempenho de estanqueidade necessário.
O desnível é resultante das características
climáticas da localização da edificação.
Ao
contrário do que se imagina suficiente, o desnível
deve ocorrer entre o trilho e o piso interno e não entre
o piso externo da sacada e piso interno, como vem ocorrendo normalmente
nas construções, resultando em falta de espaço
para a instalação do contramarco.
Devemos
prever espaço suficiente para a instalação
do contramarco e a manta de impermeabilização da
laje da sacada.
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Depois
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Terminada
a instalação e revisão das esquadrias pelo
fabricante contratado recomenda-se uma inspeção
conjunta observando bem:
1.
as condições de aperto dos parafusamentos
e rebitagens aparentes das esquadrias e dos acessórios
de movimentação e segurança.
2.
em todos os contornos a aplicação e possível
falta ou falhas de colocação de gaxetas de elastômeros,
fitas vedantes, silicones ou escovas de polipropileno, conforme
o caso.
3.
a aplicação correta de silicones nas juntas
e interfaces com as paredes ou outros elementos construtivos.
4.
que as partes em alumínio não possuam mossas,
manchas ou riscos e que as partes em alumínio ou vidro
não tenham manchas de silicone.
5.
os cantos dos vidros não devem ter trincas ou defeitos
conforme definições da NBR7210, principalmente fissuras
nascentes, trincas ou defeitos de borda.
6.
...com exceção de janelas de folhas fixas, em todos
os outros casos, a execução dos furos ou rasgos
de drenagem de água conforme detalhes do projeto.
7.
se a abertura e fechamento se fazem suavemente, sem solavancos,
atrito ou ruídos exagerados.
8.
nas posições de máxima abertura, o funcionamento
da trava de segurança e a ausência de vibrações.
9.
na posição fechada, o ajuste e funcionamento
do trinco ou fechadura bem como a ocorrência de movimento
ou vibração.
10.
se foram instalados batedores de borracha nos montantes.
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| |
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TESTES DE CONFORMIDADE QUE
GARANTEM A SOLUÇÃO ADEQUADA |
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Uma esquadria deve atender
diversas exigências para ser considerada um elemento arquitetônico
de qualidade. A norma brasileira atual as classifica em três
grupos, excluindo os aspectos de durabilidade:
- Segurança, envolvendo
comportamentos diante de solicitações mecânicas.
- Habitabilidade, incluindo
aspectos de estanqueidade, higrotermia, aparência e manobras.
.: Segurança
.: Habitabilidade
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O
vento é uma solicitação mecânica de grande
importância na análise de qualidade de esquadrias.
É importantíssimo que uma janela submetida a pressões
de vento não apresente problemas de funcionamento ou estanqueidade,
nem sofra deformações instantâneas ou residuais
excessivas. A norma NBR 10821 (Caixilho para Edificação
- Janela; Especificação) - fornece, para quatro classes
de edifícios, definidas pelas suas alturas e usos, e para
diversas regiões do país, as pressões de ensaio
necessárias.
As pressões de ensaio:
|
Classe
|
Região do País
|
Pressão de projeto
Pp em Pa
|
Pressão de sucção,
em Pa, Pe X 0,8
|
Pressão de ensaio
Pe = Pp x1,5, em Pa
|
|
Normal:
Residencial Unifamiliar ou Comercial Simples - até
dois pavimentos
|
I
II
III
IV
V
|
300
400
550
650
850
|
350
500
650
800
1.000
|
450
600
800
950
1.250
|
|
Melhorada:
Residencial ou Comercial até 4 pavimentos ou 12 metros
|
I
II
III
IV
V
|
450
600
800
1.000
1.200
|
550
700
950
1.200
1.450
|
650
900
1.200
1.500
1.800
|
|
Reforçada:
Comercial pesada ou edifícios residenciais com mais
de 5 pavimentos
|
Todas
as
regiões
|
Calcular conforme
NBR 6123
(ver nota 1)
|
Calcular conforme
NBR 6123
(ver nota 1)
|
Calcular conforme
NBR 6123
(ver nota 1)
|
|
Excepcional:
Arquiteturas especiais (Shopping, indústrias, hospitais
etc)
|
Todas
as
regiões
|
Calcular conforme
NBR 6123
(ver nota 2)
|
Calcular conforme
NBR 6123
(ver nota 2)
|
Calcular conforme
NBR 6123
(ver nota 2)
|
Nota 1: Na classe Reforçada, os valores
de pressão, calculados conforme NBR 6123, deverão
ser pelo menos iguais aos valores das pressões e ensaio da
classe Melhorada.
Nota 2: Nos casos de arquiteturas especiais da classe Excepcional,
os valores de pressão de ensaio, calculados conforme NBR
6123, quando inferiores aos valores da classe Melhorada, deverão
ser justificados através de ensaios em túneis de vento
ou planilhas de cálculo e assumidos por um responsável
técnico.
Isopletas dos ventos em
(m/s)
O
vento é a principal carga acidental que age nas edificações.
Com essa informação, pode-se calcular a carga de sucção
ou obstrução.
 |
q
= (Vk . Vk) / 16
Onde:
Vk = S1 x S2 x S3 x Vo
q = pressão (kgf/m2)
Vk = velocidade característica (m/s)
Vo - velocidade básica
(isopleta, m/s)
S1 = fator topográfico
S2 = fator rugosidade
S3 = fator estatístico
|
|
| |
|
Habitabilidade
|
| |
Diversos esforços relativos ao
uso, chamados de operações de manuseio, mereceram
a atenção, simulando-se em ensaios as solicitações
que uma janela pode sofrer. Pretende-se, assim, evitar danos provocados
por pressões distribuídas uniformemente, como as decorrentes
de vento; tentativas de fechar janelas emperradas por obstáculos
não percebidos nos seus batentes; crianças penduradas
em folhas de janelas abertas e outros esforços.
Ainda
na categoria de habitabilidade são importantes a estanqueidade
à água e a permeabilidade
ao ar.
Condições de estanqueidade
à água
A estanqueidade à água deve considerar uma condição
climática crítica: a ação simultânea
de chuva e vento, quando a entrada de água é facilitada
pelas deformações de perfis decorrentes da pressão
exercida pelo vento. A tabela a seguir fornece as pressões
de ensaio:
|
Classe de utilização
|
Região
do País
|
Pressão de ensaio de estanqueidade
à água
Pressão de projeto de vento - Pp x 0,15, em Pa
|
|
Normal:
Residencial Unifamiliar ou Comercial Simples - até
dois pavimentos
|
I
II
III
IV
V
|
45
60
80
100
125
|
|
Melhorada:
Residencial ou Comercial até 4 pavimentos ou 12 metros
|
I
II
III
IV
V
|
65
90
120
150
180
|
|
Reforçada:
Comercial pesada ou edifícios residenciais com mais
de 5 pavimentos
|
Todas
as
regiões
|
Pressões de ensaio = o maior dos
dois valores:
0,15 x Pp (pressão de projeto das cargas de vento)
e os valores das pressões da classe Melhorada
|
|
Excepcional:
Arquiteturas especiais (Shopping, indústrias, hospitais
etc)
|
Todas
as
regiões
|
Pressões de ensaio = o maior dos
dois valores:
0,15 x Pp (pressão de projeto das cargas de vento)
e os valores das pressões da classe Melhorada
|
Condições de permeabilidade
ao ar
A permeabilidade ao ar de uma janela é a medida da facilidade
com que se fazem as trocas de ar do edifício com o ambiente.
Seus parâmetros também dependem da localização,
do tipo de utilização e da pressão que atua
sobre a janela, que lhe causam deformações e aberturas
de juntas.
| Tipo
de ambiente |
Localização:
Estado do País |
Classe
de utilização |
Exigência
de Permeabilidade ao ar |
| Condicionado
ou climatizado |
Qualquer
Estado |
Normal
ou Melhorada |
Resistência
térmica mínima 0,15 m2K/W
Vazão máxima de 5m3/h x metro linear de juntas
abertas, sob uma pressão de 30 Pa |
| Reforçada
ou Excepcional |
Resistência
térmica mínima 0,15 m2K/W
Vazão máxima de 5m3/h x metro linear de juntas
abertas, sob uma pressão de 50 Pa |
| Não
condicionado ou não climatizado |
São
Paulo, Paraná,
Sta. Catarina e
Rio Grande do Sul |
Normal
ou Melhorada |
Velocidade
do ar < 0,5m/s, a uma distância de 2,0cm da janela
quando submetida a uma pressão de 30 Pa |
| Reforçada
ou Excepcional |
Velocidade
do ar < 0,5m/s, a uma distância de 2,0cm da janela
quando submetida a uma pressão de 50 Pa |
| Outros
Estados |
Qualquer
classe de utilização |
Não
há exigência |
Do ponto
de vista da durabilidade, a NBR 10821 estabelece verificações
da janela no aspecto de seu funcionamento, através de ensaios
de abertura e fechamento (ciclos de utilização).
Por meio destes tipos de ensaios, testam-se apenas os comportamentos
de seus componentes de movimentação, como roldanas,
gaxetas e articulações, sem levar em conta os efeitos
do envelhecimento e ações do ambiente sobre os materiais
constitutivos dos perfis, tais como degradação térmica,
fotodegradação, água e vapor de água,
agentes químicos e agentes biológicos.
Os
métodos de ensaio esclarecem os pontos de medição
das deformações, formas de cálculo e instalação
de esquadrias nas câmaras, entre outras informações
que davam margem a diferentes interpretações.
No
que diz respeito aos métodos de ensaio que verificam deformações
instantâneas ou permanentes, tais como os ensaios de resistência
às cargas uniformemente distribuídas e esforços
de manuseio (manobras), foram determinados os pontos e a forma
de medição das deformações.
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 |
A GARANTIA DE QUALIDADE DE
UMA ESQUADRIA COMEÇA PELO PROJETO |
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| |
O projeto e especificação
de esquadrias de alumínio, a serem elaborados pelos arquitetos
ou engenheiros especificadores para licitação junto
aos fabricantes, devem conter as informações e exigências
necessárias à obtenção de um resultado
final compatível.
Do ponto de vista da determinação
da responsabilidade estrutural devem ser fixadas as condições
geográficas e de localização, requeridas
pela NBR 6123 quanto ao regime dos ventos, para que o licitante
da obra calcule de forma adequada as janelas. É também
recomendável nestes casos exigir a correspondente ART (Anotação
de Responsabilidade Técnica - CREA).
Além das plantas,
cortes e vistas da arquitetura são necessários detalhes
relativos aos tipos de janelas e sistema para cada vão,
qualidade das vedações, fechos e outros acessórios,
qualidade dos acabamentos superficiais e testes de conformidade.
|
|
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| |
| Modelo de termo de garantia |
"O fabricante, identificado
ao final do presente Termo, garante, contra defeitos de fabricação,
os produtos relacionados no CERTIFICADO DE GARANTIA GLOBAL entregue
à empresa de engenharia ou construtor, que recebeu o mesmo
número acima indicado, observando-se os termos deste manual,
do Código Civil Brasileiro e da Lei 8.078 (Código
de Defesa do Consumidor) , em seu art. 26, bem como pelo Documento
Compromisso de Qualidade, assumido entre as indústrias
de esquadrias e seus fornecedores, perante a AFEAL - ASSOCIAÇÃO
NACIONAL DE FABRICANTES DE ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO, pelos
prazos adiante estabelecidos, os quais têm seu início
contado a partir do término da instalação
das esquadrias na obra:
1 - pelo prazo de 90 dias para todo e qualquer vício ou
defeito aparente ou que não estejam em conformidade com
o projeto;
2 - pelo prazo de 1 ano para recolhedores de palhetas, motores
e conjuntos elétricos de acionamento;
3 - pelo prazo de 2 anos para borrachas, escovas, articulações,
fechos e roldanas;
4 - pelo prazo de 5 anos para perfis de alumínio e acabamento
superficial (anodização ou pintura), fixadores e
revestimentos em painel de alumínio ou chapa de alumínio
composto (ACM);
A garantia acima descrita ficará automaticamente cancelada
no caso de ocorrerem as seguintes hipóteses:
a) se durante todo o prazo de vigência da garantia não
for observado o que dispõe o MANUAL DE USO, LIMPEZA E CONSERVAÇÃO
DE ESQUADRIAS, REVESTIMENTOS EM ALUMÍNIO E SEUS COMPONENTES,
elaborado e editado pela AFEAL;
b) se, nos termos do art. 1058 do Código Civil, ocorrer
qualquer caso fortuito, ou por força maior, que impossibilite
a manutenção da garantia concedida;
c) se forem causados danos por mau uso, manuseio inadequado, substituição
de peças e partes ou ajustes executados por terceiros não
autorizados pelo FABRICANTE das esquadrias;
d) se por pane no sistema de acionamento eletroeletrônico,
motores e fiação, causados por sobrecarga de tensão,
queda de raios ou ausência de fio terra;
e) se forem feitas instalações de cortinas ou qualquer
aparelho, tais como: persianas, ar condicionado etc., diretamente
na estrutura das esquadrias, ou que com elas possam interferir;
f) se ocorrer danos aos componentes, pintura ou camada anódica
causados por agentes corrosivos, produtos alcalinos e resíduos
aquosos provenientes de infiltração de lajes e rebocos;
g) se for feita qualquer mudança na esquadria que altere
suas características originais".
Em caso de fazer valer este
Termo de Garantia, entrar em contato, por escrito, com a empresa
de engenharia ou construtor de seu imóvel, fazendo o relato
do defeito ou mau funcionamento da esquadria, mencionando o fabricante.
|
| |
|
 |
A GARANTIA DE QUALIDADE DE
UMA ESQUADRIA COMEÇA PELO PROJETO |
|
|
| |
| Modelo de termo de garantia |
"O fabricante, identificado
ao final do presente Termo, garante, contra defeitos de fabricação,
os produtos relacionados no CERTIFICADO DE GARANTIA GLOBAL entregue
à empresa de engenharia ou construtor, que recebeu o mesmo
número acima indicado, observando-se os termos deste manual,
do Código Civil Brasileiro e da Lei 8.078 (Código
de Defesa do Consumidor) , em seu art. 26, bem como pelo Documento
Compromisso de Qualidade, assumido entre as indústrias
de esquadrias e seus fornecedores, perante a AFEAL - ASSOCIAÇÃO
NACIONAL DE FABRICANTES DE ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO, pelos
prazos adiante estabelecidos, os quais têm seu início
contado a partir do término da instalação
das esquadrias na obra:
1 - pelo prazo de 90 dias para todo e qualquer vício ou
defeito aparente ou que não estejam em conformidade com
o projeto;
2 - pelo prazo de 1 ano para recolhedores de palhetas, motores
e conjuntos elétricos de acionamento;
3 - pelo prazo de 2 anos para borrachas, escovas, articulações,
fechos e roldanas;
4 - pelo prazo de 5 anos para perfis de alumínio e acabamento
superficial (anodização ou pintura), fixadores e
revestimentos em painel de alumínio ou chapa de alumínio
composto (ACM);
A garantia acima descrita ficará automaticamente cancelada
no caso de ocorrerem as seguintes hipóteses:
a) se durante todo o prazo de vigência da garantia não
for observado o que dispõe o MANUAL DE USO, LIMPEZA E CONSERVAÇÃO
DE ESQUADRIAS, REVESTIMENTOS EM ALUMÍNIO E SEUS COMPONENTES,
elaborado e editado pela AFEAL;
b) se, nos termos do art. 1058 do Código Civil, ocorrer
qualquer caso fortuito, ou por força maior, que impossibilite
a manutenção da garantia concedida;
c) se forem causados danos por mau uso, manuseio inadequado, substituição
de peças e partes ou ajustes executados por terceiros não
autorizados pelo FABRICANTE das esquadrias;
d) se por pane no sistema de acionamento eletroeletrônico,
motores e fiação, causados por sobrecarga de tensão,
queda de raios ou ausência de fio terra;
e) se forem feitas instalações de cortinas ou qualquer
aparelho, tais como: persianas, ar condicionado etc., diretamente
na estrutura das esquadrias, ou que com elas possam interferir;
f) se ocorrer danos aos componentes, pintura ou camada anódica
causados por agentes corrosivos, produtos alcalinos e resíduos
aquosos provenientes de infiltração de lajes e rebocos;
g) se for feita qualquer mudança na esquadria que altere
suas características originais".
Em caso de fazer valer este
Termo de Garantia, entrar em contato, por escrito, com a empresa
de engenharia ou construtor de seu imóvel, fazendo o relato
do defeito ou mau funcionamento da esquadria, mencionando o fabricante.
|
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 |
APLICAÇÕES DE
ALUMÍNIO EM CONSTRUÇÃO CIVIL E ARQUITETURA |
|
|
| |
|
.: Fachadas
de Edifícios
.: Gradis e portões
.: Estruturas
.: Revestimento de fachadas
.: Revestimentos internos, pisos e forros
.: Coberturas e fechamentos laterais
.: Equipamentos para construção
.: Mobiliário
.: Equipamentos para transporte vertical
.: Mobiliário urbano
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Fachadas de
edifícios
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|
Exemplos de aplicações
|
|
Janelas e portas; fachadas cortina.
|
|
Isolamento acústico
|
| A indústria brasileira de esquadrias
de alumínio está apta a oferecer soluções
para qualquer nível de solicitação. Há
sistemas no mercado que podem acomodar vidros com até 40 mm
de espessura. A norma brasileira ABNT NBR 10821 estabelece os níveis
máximos de ruído admissíveis para os diversos
tipos de ambientes os quais são contemplados pelas linhas de
esquadrias de alumínio. |
|
Isolamento térmico
|
| A indústria brasileira de esquadrias
de alumínio está apta a oferecer soluções
de comportamento térmico para qualquer nível de solicitação,
inclusive com o recurso de perfis com "thermal break". |
|
Vedação à água e ao ar
|
| A indústria brasileira de esquadrias
de alumínio oferece soluções de muito bom desempenho
nos quesitos vedação à água e ao ar. A
norma ABNT NBR 10821 estabelece o desempenho mínimo exigível.
Existem no país câmaras de ensaios para avaliar o produto
antes de sua aplicação. |
|
Comportamento estrutural
|
| O comportamento estrutural adequado
pode ser garantido por análises e ensaios executados antes
da especificação definitiva das esquadrias. A norma
brasileira ABNT NBR 10821 estabelece as condições para
as análises e ensaios. |
|
Design e aparência
|
| Os produtores de alumínio disponibilizam
para o mercado linhas, modelos e sistemas os quais permitem a indústria
de esquadrias de alumínio no Brasil, oferecerem uma ampla gama
de opções para personalização dos projetos.
Há perfis e acessórios que contemplam várias
alternativas em termos de estética, mantendo a funcionalidade.
|
Possibilidade de Automação
|
| De maneira geral, há no mercado
recursos para automação de praticamente quaisquer tipos
de esquadrias de alumínio, desde a simples manobra de uma porta
de garagem até a utilização de sensores para
movimentar uma esquadria na ocorrência de chuva ou quando as
condições de iluminação natural forem
alteradas. |
Observações
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| Facilidades para limpeza, conservação
e manutenção. |
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Gradis e portões
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Exemplos de aplicações
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Portões de abrir e de correr, gradis para varandas e gradis
externos, gradis em vidro e alumínio.
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Comportamento estrutural
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As propriedades mecânicas das
ligas de alumínio utilizadas em gradis e portões asseguram
bom desempenho.
Perfis extrudados e sistemas de Guarda Corpos em alumínio são
projetados para atender a norma NBR 14.718 - Guarda Corpo para Edificações. |
|
Design e aparência
|
| Há no mercado inúmeras
opções de formas e combinações, de maneira
a propiciar ao arquiteto a possibilidade de personalizar seu projeto. |
Possibilidade de Automação
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| Portões de alumínio são
mais leves e mais fáceis de movimentar. |
Observações
|
| Facilidades para limpeza e conservação. |
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Estruturas
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Exemplos de aplicações
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Estruturas planas e espaciais para coberturas, coberturas e fechamentos
monumentais em alumínio e vidro, marquises, mezzaninos.
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Isolamento térmico
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| São comuns as coberturas em vidros
e alumínios com excelente comportamento térmico. Elas
estão presentes em hotéis, shopping centers, espaços
para eventos e exposições. |
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Vedação à água e ao ar
|
| As coberturas em vidro e alumínio
apresentam absoluta estanqueidade ao ar e à água. |
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Comportamento estrutural
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| As ligas de alumínio de média
resistência são adequadas para a execução
de estruturas dos mais diversos tipos. Há no Brasil tecnologia
de projeto e execução das estruturas. |
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Design e aparência
|
| Quando o arquiteto deseja que a estrutura
faça parte da imagem do edifício, as estruturas espaciais
de alumínio são imbatíveis. |
Possibilidade de Automação
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| Por seu baixo peso, o alumínio
é particularmente adequado para estruras móveis, como
coberturas de piscinas. |
Observações
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| Não necessidade de manutenção.
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Revestimento
de fachadas
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Exemplos de aplicações
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Painéis ACM e chapas pré-pintadas.
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Isolamento acústico
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| Aplicados adequadamente, os revestimentos
de fachadas em alumínio colaboram no desempenho do edifício
em termos de isolamento acústico. |
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Design e aparência
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| Muitos dos mais modernos edifícios
do mundo são revestidos parcial ou totalmente com painéis
compostos de aluminio ou chapas pré-pintadas de alumínio.
Esses revestimentos conferem aos edifícios uma aparência
"high tech", muito valorizada pelos arquitetos. |
Observações
|
| Facilidades para limpeza, conservação
e manutenção. |
| |
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Revestimentos
internos, pisos e forros
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Exemplos de aplicações
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Lambris, sistemas de forros, pisos comuns e suspensos, arremates
para juntas de dilatação.
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Design e aparência
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Com a utilização de anodização
colorida ou pintura eletrostática, os lambris e forros podem
se transformar em painéis decorativos de excelente efeito.
Possibilidade de automação. |
Observações
|
| Facilidades para limpeza e conservação. |
| |
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Mobiliário
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Exemplos de aplicações
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Divisórias, armários, mesas, cadeiras, balcões,
expositores, vitrines, displays, stands, sinalização.
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Isolamento acústico
|
| Há no mercado divisórias
de alumínio que oferecem excelente isolamento acústico,
requisito fundamental nos modernos escritórios. |
|
Design e aparência
|
| As várias possibilidades de acabamento
dos extrudados de alumínio possibilitam soluções
de muito bom gosto. |
Observações
|
| Facilidades para limpeza, conservação
e manutenção. |
| |
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Coberturas
e fechamentos laterais
|
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Exemplos de aplicações
|
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Telhas onduladas e trapezoidais; telhas duplas com recheio de poliuretano;
telhas com recheio em lã de vidro e as "zipadas".
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Isolamento acústico
|
| As telhas de alumínio podem receber
tratamentos para oferecer excelente isolamento acústico. |
|
Vedação à água e ao ar
|
| As telhas de alumínio proporcionam
segurança, estanquiedade e durabilidade na construção
com o emprego correto dos acessórios de boa qualidade. Os componentes
adicionais as telhas tem uma função importante para
o bom desempenho da cobertura. São eles as cumeeiras, rufos,
arremates, as vedações e as fixações. |
|
Comportamento estrutural
|
| As telhas de alumínio são
projetadas para atender as normas da ABNT 6123 - AÇÃO
DOS VENTOS SOBRE EDIFICAÇÕES e Normas sobre a intensidade
de chuvas (índice pluviométrico) e drenagem do telhado. |
|
Design e aparência
|
| As telhas de alumínio possuem
design próprios que contemplam as condições climáticas
brasileiras e proporcionam um ambiente confortável, estético
e econômico. Os acabamentos disponíveis no mercado atendem
a necessidade da arquitetura no padrão liso natural, estucado,
e pintado em uma infinidade de cores podem ser utilizadas para melhorar
a aparência do edifício. |
Observações
|
| Facilidades para limpeza e conservação. |
| |
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Equipamentos
para construção
|
|
Exemplos de aplicações
|
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Andaimes, pranchas, cimbramentos, escoramentos, formas para concreto,
equipamentos para trabalho externo.
|
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Comportamento estrutural
|
| As ligas de alumínio de média
resistência apresentam resistência mecânica equivalente
àquela dos aços comuns. |
Observações
|
| Leveza, longa vida útil, valor
residual. |
| |
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Equipamentos
para transporte vertical
|
|
Exemplos de aplicações
|
|
Elevadores, escadas rolantes, andaimes para limpeza e manutenção
externa, elevadores móveis para limpeza e manutenção
interna.
|
|
Comportamento estrutural
|
| As ligas de alumínio de média
resistência apresentam resistência mecânica equivalente
àquela dos aços comuns. |
|
Design e aparência
|
| Extrudados de alumínio são
cada vez mais utilizados em escadas rolantes e elevadores por sua
possibilidade de combinar comportamento mecânico adequado com
excelente aparência e facilidade de conservação. |
Observações
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| Menor peso significa economia de energia
durante toda a vida útil do equipamento. |
| |
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Mobiliário
urbano
|
|
Exemplos de aplicações
|
|
Relógios e termômetros de rua, abrigos para pontos
de ônibus, equipamento para sinalização viária,
turísitca e institucional, cabines telefônicas, cestos
de lixo, sanitários públicos, bancos para jardins,
postes e luminárias, mastros para bandeiras, displays para
mapas e informações viárias e turísticas.
|
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Comportamento estrutural
|
| Os equipamentos urbanos beneficiam-se
das excelentes propriedades mecânicas das ligas de alumínio,
que lhes conferem longa vida útil. |
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Design e aparência
|
| O aspecto nobre e limpo do alumínio,
associado às inúmeras possibilidades de acabamento,
transferem valor e prestígio aos móveis urbanos. Os
designers dispõem dos recursos característicos do alumínio,
para enriquecer seus projetos. |
Observações
|
| Facilidades para limpeza, conservação
e manutenção. |
| |
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POR DENTRO DO MERCADO BRASILEIRO
DE ALUMÍNIO |
|
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| |

Lingotes
Fardos de Sucata Prensada
|
Composição
do mercado brasileiro de alumínio
O mercado brasileiro de alumínio
é suprido com alumínio primário/ligas, sucata
e produtos importados e o consumo de produtos transformados totalizou
em 2002, um volume de 717,0 mil toneladas. Esse volume, representa
um consumo per capita brasileiro de 4,1 kg/hab./ano, bastante
inferior ao consumo de países desenvolvidos como dos Estados
Unidos, que chega a 29 kg/hab/ano. Essa diferença mostra
um grande potencial de crescimento do consumo brasileiro de alumínio.
Acompanhe a composição desse mercado - da matéria-prima
ao produto final:
.: Suprimento
.: Demanda
.: Mercado brasileiro de produtos extrudados de alumínio
|
| |
|
Suprimento
|
| |
O suprimento de alumínio é composto pela
oferta de alumínio primário/ligas, sucata recuperada,
inclusive a importada, e demais importações de alumínio.
Em 2002, somada a produção primária, a sucata
recuperada e as importações, o suprimento de alumínio
atingiu 1.671 mil toneladas.
Produção de Alumínio
Primário
|
Redução do alumínio
primário
|
|
A produção
nacional de alumínio primário em 2002 ultrapassou
1.300 mil toneladas. No total, são sete as unidades produtoras
de alumínio primário: Albras (Barcarena-PA), Alcan
(Ouro Preto-MG e Aratu-BA), Alcoa (Poços de Caldas-MG), Alumar
- Consórcio com participação acionária
da Alcoa e BHP Billiton (São Luís-MA), CBA-Companhia
Brasileira do Alumínio (Alumínio-SP) e Valesul - Com
participação acionária da Aluvale e BHP Billiton
(Santa Cruz-RJ).
|
Produção Primária por
Usina
(Unid: 1000 toneladas)
|
|
Composição
|
1998
|
1999
|
2000
|
2001
|
2002
|
|
Albras
- Pará (PA)
|
344,7
|
361,2
|
369,2
|
334,8
|
416,1
|
|
Alcan
- Ouro Preto (MG)
|
48,9
|
49,7
|
50,3
|
44,5
|
49,5
|
|
Alcan
- Aratu (BA)
|
53,6
|
52,7
|
56,6
|
47,6
|
52,5
|
|
Alcoa
- Poços de Caldas (MG)
|
91,1
|
91,3
|
91,7
|
69,7
|
88,1
|
|
Alumar
- São Luís (MA)
|
354,5
|
367,4
|
370,9
|
325,1
|
370,5
|
|
CBA
- Alumínio (SP)
|
221,0
|
233,9
|
240,1
|
230,4
|
248,8
|
|
Valesul
- Santa Cruz (RJ)
|
94,2
|
93,4
|
92,6
|
79,9
|
92,9
|
| |
|
|
|
|
|
| TOTAL |
1.208,0
|
1.249,6
|
1.271,4
|
1.132,0
|
1.318,4
|
Sucata
A oferta de sucata tem crescido
significativamente no Brasil nos últimos cinco anos, passando
de 180 mil toneladas em 1998 para 254 mil toneladas em 2002. Este
aumento deve ser atribuído, principalmente, ao alto índice
de reciclagem de latas de alumínio, que chegou a 87% em 2002.
Importação
O Brasil importa, atualmente,
cerca de 112 mil toneladas de alumínio, principalmente de
produtos não fabricados no país. Esse volume divide-se
em, aproximadamente, 9 mil toneladas de alumínio primário/ligas,
13 mil toneladas de sucata e 90 mil toneladas de semis/manufaturados.
|
| |
|
Demanda
|
| |
A prioridade da indústria
brasileira de alumínio é atender à demanda
interna, que atualmente é da ordem de 720 mil toneladas.
O excedente é exportado, principalmente, para a Holanda,
Japão, Bélgica, Suíça, Estados Unidos
e México.
Consumo doméstico de produtos transformados de alumínio
|
Produtos transformados de alumínio
|
|
Nos últimos
10 anos, o consumo doméstico de produtos transformados de
alumínio cresceu a uma taxa média de 7,0% ao ano,
passando de 390 mil toneladas em 1993 para cerca de 720 mil toneladas
em 2002. No mesmo período, o consumo per capita brasileiro
passou de 2,5 kg/habitante/ano para 4,1 kg/habitante/ano. Comparando-se
ao consumo per capita dos Estados Unidos, que é de 29 kg/habitante/ano,
tem-se uma idéia do enorme potencial do mercado brasileiro.
|
Consumo doméstico de Transformados
(Unid.: 1000 toneladas)
|
|
1993
|
1994
|
1995
|
1996
|
1997
|
1998
|
1999
|
2000
|
2001
|
2002
|
|
389,2
|
466,4
|
503,1
|
547,2
|
645,7
|
704,1
|
658,1
|
666,3
|
737,9
|
717,3
|
Exportações
As exportações
brasileiras de alumínio e seus produtos alcançam,
atualmente, volume de 882 mil toneladas que distribuiem-se entre
749 mil toneladas de alumínio primário/ligas, 131
mil toneladas de semis/manufaturados e 1,0 mil toneladas de sucata.
|
| |
|
Mercado brasileiro de produtos
extrudados de alumínio
|
| |
Atualmente,
a produção nacional de produtos extrudados de alumínio,
perfis, barras, tubos é de 128 mil toneladas, para um consumo
doméstico de 126 mil toneladas. Este volume representa 18%
do mercado de produtos transformados de alumínio.
No Brasil, cerca de 54%
da demanda de produtos extrudados de alumínio são
destinados ao segmento da construção civil, transformando-se
em esquadrias (portas e janelas), forros, divisórias, acessórios
para banheiros, estruturas pré-fabricadas e elementos decorativos
de acabamento.
A
caixilharia é um dos segmentos de maior aplicação
de perfis extrudados de alumínio e oferece, atualmente,
uma variada disponibilidade de formas, modelos e desenhos para
situações específicas.

|
Perfis
|
|
 |
PATROCINADORES |
|
|
| |
|
|
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
| |
|
 |
SOBRE O MANUAL |
|
|
| Produção: |
| |
ABAL - Associação
Brasileira do Alumínio |
Supervisão: |
| |
Comitê de Mercado de Construção
Civil da ABAL
Membros do Comitê :
- Coordenador: José Carlos Garcia Noronha - Companhia
Brasileira de Alumínio - CBA.
- Sergio Genciauskas - Companhia Brasileira de Alumínio
- CBA.
- Ademar C. Umemura - Alcoa Alumínio S.A.
- Antonio B. Cardoso - Alcoa Alumínio S.A.
- Neder El Bast - Alumigon Brasileira - Ind. e Comércio
Ltda.
- Carlos Z. de Almeida - Belmetal Indústria e Comércio
Ltda.
- José de Arimatéia Nonatto - Belmetal Indústria
e Comércio Ltda.
- Gisele Correa - Companhia Brasileira de Alumínio -
CBA.
- Adilson de Souza Molero - Hydro Alumínio Acro S.A.
- Adeval Antonio Meneghesso - Italtecno do Brasil Ltda.
- Nazir A. Abdo - Alaxis Tecnologias Inovativas Ltda.
- Jairo Lisbôa - Consultor. |
Outros Colaboradores: |
| |
- Elisabeth Ramagnoni - Schelegel do Brasil.
- Domingos Moreira Cordeiro - Adalume Esquadrias Metálicas.
- Marson T. Iizuka - YKK do Brasil Ltda. |
Produção e Design: |
| |
- Projeto
Ph.D Editoração e Computação Gráfica
Ltda. |
Redação: |
| |
- Fátima Monteiro Falcão. |
Fontes consultadas: |
| |
- Anuário Estatístico 2002 - ABAL
- Instalação de Esquadrias de Alumínio:
Prática e Inovação - Marson T. Iizuka -
Mestrado
Profissional 2001
- Manual Técnico de Caixilhos / Janelas: Aço /
Alumínio / Madeira / PVC / Acessórios / Juntas
e Materiais de Vedação
- ABCI / Editora Pini Ltda, 2001.
- Termo de Garantia e Manual de Uso, Limpeza e Conservação
de Esquadrias, Revestimentos
em Alumínio e seus Componentes da
AFEAL - Associação Nacional de Fabricantes de
Esquadrias de Alumínio.
- Manual de Modulação de Vãos e Esquadrias
de Alumínio - Editora Pini Ltda, 2001 |
|
|
|
|