
A Capital Nacional da Reciclagem do Alumínio é Pindamonhangaba,
cidade localizada no interior de São Paulo. O título
foi concedido pela ABAL em 2003, em reconhecimento à importância
da cidade para a atividade. Na ocasião, foi entregue
uma escultura feita em alumínio, representando o
símbolo internacional da reciclagem do metal. A obra,
do escultor Hans Goldammer, catarinense radicado em São
Paulo, tem 4,5 metros de altura e foi confeccionada com
chapas de alumínio e está instalada na entrada
da cidade, às margens da Via Dutra (que liga São
Paulo e Rio de Janeiro).
Hoje, as empresas de reciclagem
sediadas em Pindamonhangaba têm capacidade para processar
cerca de 170 mil toneladas de sucata de alumínio,
ou seja, aproximadamente 70% de toda a sucata recuperada
no Brasil. A escolha das empresas se deveu, entre outros
fatores, à localização
privilegiada da cidade, encravada entre os dois maiores
centros urbanos do País - São Paulo e Rio
de Janeiro -, e à infra-estrutura oferecida pelo
município, que vem investindo forte na expansão
industrial.
A história da reciclagem de alumínio
em Pindamonhangaba começou na década de 70,
quando a Alcan (hoje Novelis) instalou sua fábrica
no município
para produzir chapas para latas de bebidas. Em 1994, a empresa
iniciou a utilização de alumínio reciclado
na produção de suas chapas, o que estimulou
o surgimento do pólo de reciclagem. Em 1996, chegou
a Latasa com seu centro de reciclagem.
Em 1997, a Recipar (Latasa) chegou ao município
e, em 1998, foi a vez da Alcan (atual Novelis) instalar ali
seu centro de reciclagem.
Áreas Relacionadas
O Alumínio
Desenvolvimento Sustentável
Aplicações
do Alumínio
Consulte também
Aluminium for Future Generations - IAI
Guia Técnico do Alumínio: Reciclagem
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