Em Assembléia Geral Extraordinária – AGE, realizada no dia 29 de junho de 2009, foi aprovada alteração do Estatuto Social da ABAL com o principal objetivo de garantir maior representatividade do setor transformador, incluindo o segmento consumidor no Conselho Diretor.
As alterações, já em vigor, estão em linha com as diretrizes da ABAL de se aproximar dos consumidores de alumínio, objetivo que foi reforçado no ano passado com a veiculação da 3ª fase da campanha publicitária na tevê Globo e na revista Veja, além da criação do site Escolha Alumínio.
A participação do segmento consumidor no Conselho Diretor é decorrência do novo enquadramento dos sócios transformadores nas categorias laminadores; produtores secundários e fundidores; extrusores; fabricantes de fios e condutores elétricos; e consumidores.
O Estatuto da ABAL classifica como consumidor de alumínio as indústrias que utilizam no seu processo produtos semimanufaturados de alumínio, a saber: fabricantes de materiais e acessórios para uso na construção civil; fabricantes de embalagens; fabricantes de veículos, equipamentos, sistemas e acessórios para transporte; fabricantes de produtos de consumo duráveis; e outros, a critério do Conselho Diretor.
Com a alteração, as empresas que se associarem à ABAL deverão, no ato da filiação, indicar seu enquadramento considerando sua atividade preponderante. Para as empresas já associadas, a secretaria da ABAL enviará em breve um comunicado às empresas solicitando sua adequação às novas categorias.
Decorrência ainda do novo enquadramento das empresas transformadoras, o Estatuto Social da ABAL passa a garantir uma maior representatividade ao setor, assegurando a esses associados um número mínimo de seis vagas no Conselho Diretor.
“Com o novo Estatuto, a ABAL estende sua representatividade para toda a cadeia do alumínio, ao conceder maior relevância ao setor de transformação do metal, que passa pela indústria consumidora e se estende até a reciclagem do alumínio”, comenta Luis Carlos Loureiro Filho, presidente da ABAL. Ainda, segundo Luis Carlos, as alterações atendem as prioridades estabelecidas pelo Conselho Diretor, principalmente em desenvolver o mercado de alumínio.
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