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Indústria do alumínio confirma recorde de consumo em 2008
Consumo doméstico atingiu a marca histórica de 1.023,9 mil toneladas de produtos transformados de alumínio

A Associação Brasileira do Alumínio – ABAL divulga o desempenho do mercado brasileiro do alumínio no ano de 2008. De acordo com a entidade, o consumo doméstico de produtos transformados do metal apresentou crescimento pelo quinto ano consecutivo, e encerrou 2008 com 1.023,9 mil toneladas, volume 11,4% superior ao registrado em 2007.

Mesmo com a significativa desaceleração no último trimestre do ano, os principais setores da indústria registraram um ótimo desempenho. Os que mais se destacaram foram Chapas e Lâminas, com crescimento de 11,3%; Fundição, com 12,3%; Extrusão com 7,9%; e Fios e Cabos com crescimento de 34,5%.

Responsável por cerca de 30% do consumo total de alumínio, o segmento de Embalagens, que é abastecido por chapas e folhas, apresentou crescimento de 7,3% sobre o ano de 2007. Segundo maior consumidor de produtos de alumínio, principalmente fundidos e extrudados, o segmento de Transportes apresentou crescimento de 10,8% no ano. Os investimentos em linhas de transmissão garantiram ao segmento de Eletricidade um aumento de 31,3% em 2008. Confirmando o bom desempenho, o segmento de Construção Civil, que demanda, principalmente, extrudados e chapas, apresentou crescimento de 9,6%.

“O mercado interno garantiu o forte consumo de produtos de alumínio até o terceiro trimestre do ano, quando a crise atingiu a todos os setores produtivos. Assim mesmo, a indústria superou um milhão de toneladas de consumo do metal, um novo recorde, consolidando um crescimento médio de 9% nos últimos cinco anos.”, diz  o presidente da ABAL Luis Carlos Loureiro Filho.




Balança Comercial

As vendas externas da indústria brasileira do alumínio, em 2008, totalizaram US$ 4,8 bilhões (valores FOB) – um crescimento de 0,8% em relação ao ano anterior – e responderam por 2,4% das exportações totais do país. Já as importações fecharam o ano com US$ 1,3 bilhão.



 




Publicado em: Abril/2009
Fonte: ABAL - Associação Brasileira do Alumínio
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