| Taxa média de acidentes do trabalho recua 65% na última década |
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Bom resultado exige atenção constante da indústria
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A preocupação com saúde e segurança do trabalho é uma constante na indústria brasileira do alumínio. Esse esforço que o setor vem empreendendo na busca pela prevenção de acidentes, tem se traduzido em sucessivas quedas de ocorrências, sendo que nos últimos dez anos, a taxa média de freqüência de acidentes com afastamento apresentou redução de aproximadamente 65%, como mostra o gráfico 1.
Analisando os períodos mais recentes, o número total de acidentes de trabalho em 2006, foi de 658, bem abaixo das 1.039 ocorrências registradas em 2005 e muito distante das 4.207 ocorrências de 1996.
A significativa queda nos números de acidentes de trabalho, entretanto, não deve desviar a atenção dos problemas existentes em termos de saúde e segurança do trabalho na indústria do alumínio. A análise da taxa média de freqüência dos acidentes com afastamento - que é a relação do número de acidentes com afastamento por um milhão de horas trabalhadas - discriminada por setores de produção, gráfico 2, mostra resultados distintos de desempenho.
Enquanto o setor primário / integrado (incluindo mineração, refino, produção primária e transformação) apresenta números inferiores à média mundial, o setor secundário/reciclagem, apesar de ter registrado uma redução no índice em relação a 2005, continua apresentando taxas elevadas de acidentes do trabalho.
Também a queda do número de acidentes envolvendo empresas contratadas nos últimos cinco anos ainda não é expressiva, reforçando a importância de se implementar programas de prevenção de acidentes voltados para esse universo, uma vez que a indústria está em expansão e o número de empresas contratadas também deve aumentar.
Os resultados mostram que um dos focos das atividades da ABAL continuará a ser o incentivo à discussão desses resultados e de suas causas, buscando auxiliar e incentivar seus associados a implementarem ações que reduzam efetivamente o risco de acidentes.
Gráfico 1
Gráfico 2
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Publicado em: Julho/2007
Fonte: ABAL - Associação Brasileira do Alumínio
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