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Vênus de Milo feita em alumínio
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Quando o alumínio era pouco conhecido
e tinha um custo elevado de produção, suas
as primeiras aplicações foram limitadas a
trabalhos luxuosos, como em estatuetas e placas comemorativas.
Com o desenvolvimento dos processos
industriais, o metal passou a estar disponível
em maiores quantidades (embora ainda medido em quilos ao
invés de toneladas), e começou a ser usado
na decoração Vitoriana como em bandejas e
escovas de cabelo ornamentais. No final do Século
XIX, com o aumento da produção e preços
menores, foi sendo gradualmente utilizado em utensílios
de cozinha e em alguns dos primeiros automóveis que
já possuíam painéis revestidos de alumínio
comercialmente puro.
Conseqüentemente, no início do Século
XX, as indústrias de alumínio começaram
a trabalhar na produção de ligas de alumínio
com propriedades mecânicas mais elevadas. Os primeiros
experimentos ocorreram através de tentativas
e erros, aliados a observações perspicazes,
responsáveis
pelo aprimoramento dos princípios metalúrgicos
fundamentais envolvidos.
O rápido e notável crescimento da importância
do alumínio na indústria é resultado
de uma série de fatores:
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É um metal que possui
excelente combinação de propriedades úteis,
resultando numa adequabilidade técnica para um
campo vasto de aplicações em engenharia; |
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Pode ser facilmente transformado
por meio de todos processos metalúrgicos normais,
tornando-se assim, viável à indústria
manufatureira em qualquer forma necessária; |
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Em laboratórios acadêmicos,
a indústria do alumínio e seus próprios
usuários têm desenvolvido novas pesquisas,
técnicas de fabricação, de soldagem
e de acabamento, o que tem levado a um conhecimento
maior de técnicas de engenharia deste metal,
fazendo com que seja considerado um material de fácil
aplicação; |
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A livre divulgação
da indústria sobre recomendações
aos usuários e potenciais de uso do alumínio,
o que foi muito importante para sua aceitação
geral. |
O primeiro milhão de toneladas
de produção anual do minério foi atingido
em 1917, quase no fim da Primeira Guerra, quando a mineração
havia se expandido para a Áustria, Hungria, Alemanha
e Guiana Britânica, na América do Sul.
Por volta da Segunda Guerra Mundial, em 1943, os maiores
produtores de bauxita eram os Estados Unidos, a Guiana Britânica,
Hungria, Iugoslávia, Itália, Grécia,
Rússia, Suriname, Guiana, Indonésia e Malásia.
Em 1952, a Jamaica iniciou intensa mineração
de bauxita, ultrapassando o Suriname, que foi por anos o
maior produtor. Na década de 1960, Austrália
e Guiné juntaram-se a esse time.
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