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| 1
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Por que é importante
reciclar o alumínio? |
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Porque a reciclagem do alumínio traz benefícios
para o meio ambiente e para o país, economizando
matéria-prima e energia elétrica e reduzindo
o volume de lixo enviado aos aterros sanitários.
Além disso, gera renda permanente para milhares
de pessoas, reduzindo o impacto social do desemprego. |
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| 2
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O que devemos fazer
com as embalagens descartáveis (as “quentinhas”)? |
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Preferencialmente, lave essas embalagens
para retirar resíduos de alimentos e coloque-as
junto com os demais metais ou entregue-as em um posto
de coleta ou para o sucateiro mais próximo da
sua casa. |
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3 - |
Como identificar
as latas de alumínio? |
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As latas de alumínio podem ser
identificadas por dois símbolos impressos no
rótulo, normalmente utilizados pelas indústrias:
um é o "AL" circundado por duas setas,
e o outro é a figura de uma lata, com a inscrição
"Recicle Alumínio". Na dúvida,
pode-se utilizar um ímã. Caso ele não
fique preso, a lata é de alumínio. |
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4 - |
Vale a pena reciclar
somente uma lata? |
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Sim. A reciclagem de uma única
latinha de alumínio pode economizar energia elétrica
suficiente para manter ligado um aparelho de TV durante
três horas. |
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5 - |
Como a lata deve
ser preparada para a reciclagem? |
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A lata é 100% reciclável, ou seja, não
é necessário retirar nenhuma parte dela
para a reciclagem, nem mesmo o anel. Para facilitar
o processo de reciclagem, a lata deve estar vazia e
livre de impurezas (tais como restos de comida, de papel,
pontas de cigarros, dentre outros resíduos). |
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O que mudou com a
entrada das latas nos processos de reciclagem? |
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As latas ajudaram a organizar o ciclo
da reciclagem, desde a coleta da lata vazia até
sua transformação em nova lata; incentivou
o surgimento de mercados alternativos (como a fabricação
de prensas especiais para latas) e a modernização
de fornos industriais para refusão de sucata,
gerando mais empregos e remuneração mais
justa para os catadores de rua. |
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7 - |
O lacre da lata é mais
valioso que lata? |
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Não. A sucata é paga de acordo com o peso,
não importando se é o corpo ou o lacre da
lata. |
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1 - |
Onde o alumínio
está presente em nossa vida? |
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O alumínio é o terceiro
elemento mais abundante encontrado na natureza, depois
do oxigênio e do silício, e representa
8% da crosta terrestre. Ele também está
presente em todos os órgãos, tecidos e
fluídos do corpo humano desde o nascimento sob
diversas formas, no solo, água, no ar, através
dos alimentos e em produtos utilizados para tratamentos
de saúde. |
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2 - |
E a eliminação
do alumínio pelo corpo? |
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O alumínio ingerido é eliminado em sua maior parte nas fezes e a pequena quantidade de alumínio solúvel que é absorvida é transportada pela corrente sanguínea e excretada na urina. Nosso organismo possui barreiras naturais eficazes à absorção do alumínio como os pulmões, o trato digestivo, a pele e a barreira hematoencefálica. |
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3 - |
O alumínio
representa riscos à saúde humana? |
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Não. Essa afirmação é amparada pela comunidade científica e médica, entre elas a FDA, U.S. Food and Drug Administration, órgão oficial de saúde dos Estados Unidos, que classifica o alumínio na categoria dos produtos reconhecidamente seguros (GRAS - Generally Recognized as Safe), legitimando a sua utilização em remédios, utensílios domésticos, embalagens de alimentos e produtos de higiene pessoal, entre outros, não representando riscos à saúde. (www.fda.gov). |
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4 - |
Existe “perigo"
de se consumir bebidas em latas de alumínio porque
estas poderiam estar contaminadas por urina de ratos
e, conseqüentemente, provocar leptospirose? |
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Veja íntegra da resposta no link:
http://www.abal.org.br/noticias/lista_noticia.asp?id=74. |
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5 - |
Se o alumínio
está presente na água potável,
qual é a contribuição dos utensílios
de cozinha de alumínio na preparação
dos alimentos? |
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“A maior parte do alumínio
ao qual a maioria das pessoas se expõe está
presente nos aditivos dos alimentos; panelas de alumínio
utilizadas na cozinha e a água potável
que tem concentrações baixíssimas
não representando risco a saúde.”
(Dr. Ted Lidsky, nov/03). “A contribuição
do cozimento em panelas de alumínio na ingestão
desse elemento, considerando-se os produtos avaliados
nesse estudo, é de cerca de 2% do máximo
tolerável pela Organização Mundial
de saúde – OMS, portanto, não relevante,
quando se leva em conta o teor de alumínio que
provém dos alimentos e de coadjuvantes de processo
e também de outras fontes de ingestão.”
(Dra. Silvia Dantas, CETEA/ITAL). |
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6 - |
Por que a medicina
ortomolecular é tão enfática em
associar alumínio com diversas doenças.
Existe alguma base científica para tais acusações? |
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Não existe nenhuma base científica,
assim, tais conclusões são falsas.”
(Dr. Ian Arnold, nov/03). |
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7 - |
Se não existe
prova que o alumínio pode ser prejudicial à
saúde, porque vários médicos ortomoleculares
insistem em que há riscos? No que eles se baseiam
para sugerir tais afirmações? |
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Baseiam-se no teste do fio do cabelo,
usado com muita freqüência no Brasil, não
é usado como ciência na Europa e nos Estados
Unidos e aqui foi proibido e classificado pelo Conselho
Federal de Medicina como prática “ilegal”
da medicina, pela RESOLUÇÃO CFM nº
1.500/98. Por isso o método foi praticamente
abandonado para a detecção de metais no
organismo. (Dr. Manoel Arruda, nov/04). |
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8 - |
No passado, a comunidade
científica associou alumínio à
doença de Alzheimer. Qual é a realidade
hoje? Ainda são fonte de controvérsia
ou o FDA descartou a possibilidade do alumínio
estar envolvido com a doença? |
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A maior parte da controvérsia
sobre alumínio e Alzheimer remonta às
décadas de 60, 70 e um pouco na década
de 80. Conforme mais informações sobre
as causas de concentração de alumínio
no cérebro foram obtidas, essa hipótese
foi perdendo importância na comunidade científica.
Os estudos mais antigos levantaram a essa controvérsia,
no entanto, as pesquisas nos últimos 15 anos
“não apóiam” e afastam totalmente
essa hipótese. Uma forma de determinar o que
a comunidade científica acha sobre qualquer hipótese,
é quantos trabalhos estão sendo publicados
daquele assunto, pelos cientistas que trabalham na área.
O alumínio saiu do radar nos círculos
científicos. Há um grupo pequeno de pessoas
que ainda trabalham com isso, mas os estudos principais
sobre Alzheimer já não envolvem mais o
alumínio.“(Dr. Ted Lidsky, nov/03). |
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9
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Excluindo o alumínio
do foco das discussões na comunidade acadêmica,
quais são as outras possíveis causas que
estariam sendo consideradas atualmente para a incidência
do Mal de Alzheimer? |
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“Entre as causas de Alzheimer, certamente,
há um papel genético muito importante, mas
as causas de Alzheimer são multifatoriais. Está associado
com a genética, mas isso não é a única
causa. Outras causas podem ser relacionadas com a incidência
da doença, como por exemplo, traumas na cabeça.
Ultimamente tem-se dado muita atenção ao
papel do cobre e há um trabalho recente muito interessante
a respeito.
Esse estudo foi concluído há poucos meses, precisa ser distribuído,
mas outros dados parecem mostrar, não se entende muito bem ainda, que
o cobre pode ter um possível papel na formação das placas.
Então o cobre tem recebido muita atenção. O ferro foi
encontrado em filamentos e em placas. Na verdade, todos os metais encontrados
nas várias lesões, forçam à pergunta: como eles
chegam até lá, será que são a causa ou o efeito
do distúrbio. Mas, o metal que tem recebido mais atenção
atualmente é o cobre. O zinco também, mas o cobre parece atrair
o maior interesse, tenho certeza que vai acarretar muita pesquisa.“(Dr.
Ted Lidsky, nov/03). |
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10 - |
Mensagens na Internet
têm feito uma série de restrições
ao uso do alumínio em embalagens e utensílios
domésticos, associando essa aplicação
a diversas doenças. O que há de verdade
nisso? |
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De fato, nos últimos dias, a Associação
Brasileira do Alumínio – ABAL detectou a
divulgação de mensagens em inúmeros
fóruns e listas de discussão na Internet,
que vinculam o uso do alumínio a diversas doenças.
O artigo tem um tom alarmista, sem qualquer fundamentação
científica. Além de relacionar sintomas
- que têm as mais variadas causas - somente com
o alumínio, faz menções totalmente
inverídicas, como por exemplo, a proibição
do uso de panelas de alumínio na Itália.
Para esclarecer essas questões junto à sociedade,
a entidade coloca à disposição um
material que traz uma série de argumentos, citações
e estudos que mostram que o metal é totalmente
seguro. O documento traz uma série de argumentos,
citações e estudos que mostram que o metal é totalmente
seguro. Veja a íntegra do material clicando aqui. |
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11 - |
Qual a relação do uso de antitranspirantes, os sais de alumínio e o câncer de mama? |
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Recentemente, informações anônimas que relacionam sais de alumínio e seus derivados usados em antitranspirantes e possíveis casos de ocorrência de câncer de mama tem sido divulgadas na internet.
Com objetivo de trazer informações à população, pautadas em dados, à luz dos conhecimentos científicos atuais a Anvisa (Agência Nacional de Vigilãncia Sanitária) através da Gerência Geral de Cosméticos constituiu subcomissão de trabalho, composta por membros da CATEC (Câmara Técnica de Cosméticos), para avaliar essas informações e emitir um parecer técnico-científico.
Após avaliação dos dados apresentados pode-se concluir que, até o presente momento, não foram apresentados dados capazes de inferir a relação sais de alumínio / incidência de câncer de mama; embora a abordagem sobre a absorção de sais de alumínio deva continuar na mira dos pesquisadores da área.
Veja a íntegra do parecer da Anvisa:
http://www.anvisa.gov.br/cosmeticos/informa/parecer_anti.htm |
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| 1
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Quem afirma que as
embalagens descartáveis de alumínio podem
ser utilizadas com segurança no forno microondas? |
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Estudos elaborados por institutos de tecnologia
e laboratórios independentes no Brasil, Estados
Unidos, Canadá, Inglaterra, Dinamarca e Suíça
consideram seguro seu uso, dentro dos padrões
de segurança. Sua utilização já
foi testada em cozinhas experimentais em todo o mundo,
inclusive no Brasil. |
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| 2
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Como surgiram as dúvidas
a respeito desse uso? |
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Elas vêm dos anos 70, quando os
aparelhos ainda não ofereciam plena segurança
contra o reflexo das microondas. Entretanto, em 1980,
a Associação dos Fabricantes de Embalagens
de Alumínio dos Estados Unidos divulgou dados
de uma pesquisa que mostrou a segurança dos novos
fornos, desde que fossem seguidas pequenas observações,
como as que colocamos aqui. |
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3 - |
Podem-se reaquecer
na embalagem descartável de alumínio sobras
de alimentos que já foram parcialmente consumidos? |
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Para se obter um aquecimento uniforme,
não é aconselhável usar a embalagem
descartável de alumínio quando apenas
parte de seu conteúdo esteja ocupada. |
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4 - |
Refeições
congeladas são, geralmente, fornecidas em embalagens
descartáveis de alumínio. Depois de descongeladas
no microondas, elas podem voltar ao freezer? |
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Nenhum alimento deve ser recongelado,
pois comprometeria sua qualidade, independente da embalagem
utilizada. |
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5 - |
O que se deve fazer
para obtermos os melhores resultados ao utilizar embalagens
descartáveis de alumínio no forno de microondas? |
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Não permitir que o alumínio
encoste nas paredes do aparelho, mantendo a distância
mínima de 3 cm e retirar a tampa de alumínio
das embalagens antes de levá-las ao forno. Também
é recomendável que o alimento na embalagem
ocupe uma altura de até 3,5 cm. É importante
que ele ocupe todo o conteúdo da embalagem. |
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6 - |
Qual a correta utilização
do papel alumínio em contato com os alimentos? |
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O lado brilhante
da folha, por ter uma rugosidade menor (é mais
liso), propicia menor aderência
de alimentos e substâncias na sua superfície,
além do que seu índice de refletividade
ao calor é maior o que pode aumentar um pouco
o tempo de cocção dos alimentos.
Assim, tecnicamente falando, o ideal é utilizar-se
o lado brilhante para dentro para melhor aproveitamento
da fonte de calor. O fato, porém, de se
utilizar um lado ou outro em contato com alimentos
não
ocasiona qualquer prejuízo no cozimento ou
conservação. |
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Áreas Relacionadas
O Alumínio
A Indústria
Produtos
e Fabricantes |
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