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Na primeira etapa da mineração da bauxita ocorre a remoção planejada da vegetação e do solo orgânico. Após a retirada das camadas superficiais do solo (argilas e lateritas), a bauxita fica exposta e seu beneficiamento consiste na britagem para redução de tamanho e na lavagem do minério com água para reduzir, quando necessário, o teor de sílica contida na parcela mais fina.

Depois de mineradas, as áreas exploradas passam por um processo de reabilitação. A camada estéril é retirada durante a lavra e os rejeitos do beneficiamento de bauxita são utilizados para recomposição do solo, obedecendo aos contornos topográficos originais.


Planejamento
Os processos de exploração das jazidas de bauxita utilizados na atualidade são planejados de modo a racionalizar a operação de lavra e criar condições para o replantio de espécies nativas e reflorestamento da área minerada. Na indústria internacional do alumínio, 95% das empresas mineradoras possuem planos de reabilitação das minas exploradas.

As empresas dedicadas à mineração de bauxita no Brasil, atuam de forma responsável no uso de recursos naturais, ao adotar processos compatíveis com a preservação do meio ambiente na exploração das jazidas, e ao reabilitar as áreas mineradas, vencendo desafios como o da restauração de importantes ecossistemas.

Nos últimos três anos, 60% das áreas mineradas de bauxita no Brasil foram reabilitadas e devolvidas ao seu uso original de floresta nativa e, em alguns casos, recuperadas para outros fins.

Para assegurar a biodiversidade, são mantidos pelas empresas viveiros próprios de produção de mudas. Na revegetação do solo são utilizadas mais de 100 espécies, das quais 48% são nativas.


Sistema de Gestão Ambiental (SGA)
O SGA auxilia as empresas a desenvolver suas operações considerando critérios compatíveis com a preservação do meio ambiente.

Uma recente pesquisa do International Aluminium Institute - IAI constatou o progresso na reabilitação de minas de bauxita em diversos climas, topografias e condições ecológicas: 70% das áreas estão retornando à condição de floresta nativa; 17% a pastagens e agricultura; 3% a florestas comerciais; e os 10% restantes usados em áreas urbanas, habitacionais e recreativas. A pesquisa envolveu 27 localizações de minas no mundo, que representam 71% da produção mundial de bauxita e teve a participação de todas as minerações brasileiras.

A indústria do alumínio brasileira tem obtido o reconhecimento por diversas iniciativas derivadas da aplicação de políticas e práticas de elevado padrão, visto que hoje, 60% das áreas mineradas de bauxita no Brasil já foram reabilitadas e devolvidas, na quase totalidade, ao seu uso original.



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