| 1. |
As emissões de perfluorocarbonos por
tonelada de alumínio produzido serão 80% menores que em 1990. |
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Resultado Global: Emissões
especificas de PFCs (por tonelada de
alumínio
produzido) foram reduzidas em 73% no
período
1990-2003, o que representa redução
equivalente a três toneladas de CO2 por
tonelada de alumínio. |
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Brasil: De 1994, quando começaram
as medições no Brasil, até 2002,
a taxa de perfluorocarbonos teve queda
de 28%, passando de 0,25 kg de CF4 por tonelada
de alumínio primário para 0,18
kg. A média mundial é de 0,31
kg, conforme o IAI. |
| 2. |
As emissões de fluoretos
por tonelada de alumínio primário
produzido serão pelo menos 33% menores do que em 1990. Esse objetivo
será revisado a cada três anos. |
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Resultado Global: Emissões
específicas de fluoreto à atmosfera
foram reduzidas em 38% entre 1990-2003.
Diante desse resultado, o objetivo voluntário
será reavaliado. O último dado
divulgado pelo IAI indica que o fator
médio
das emissões de fluoreto é da
ordem de 1,07 kg por tonelada de alumínio
primário produzida (dados de 2000). |
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Brasil: Apurado em 2003, o fator
médio das plantas nacionais é de
1kg por tonelada de alumínio primário
produzida. |
| 3. |
Diminuição em
10% do uso de energia por tonelada de alumínio
primário produzido, na comparação com 1990. |
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Resultado Global: O uso
médio de energia elétrica para
eletrólise foi reduzido em 6% desde
1990. |
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Brasil: Em 1990, o consumo
de energia elétrica da indústria
do alumínio primário era de 15,9
MWh por tonelada de alumínio produzida.
Em 2004, foi de 15,1 MWh por tonelada,
constituindo redução de 5%. |
| 4. |
Redução em 50% nas taxas de freqüência de acidentes
de trabalho com afastamento, comparadas a 2000. Essa meta será revista
em 2006. |
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Resultado Global: O número
de acidentes de trabalho em plantas associadas
ao IAI (minas, refinarias e reduções)
reduziu-se em 50% entre 2000 e 2003,
atingindo no último ano do período
3 acidentes com afastamento por 1 milhão
de horas trabalhadas. A taxa de acidentes
com afastamento foi reduzida em 40% durante
o mesmo período.
Diante do resultado, o objetivo será reavaliado. |
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Brasil: A taxa média
de freqüência de acidentes com afastamento,
considerando minas, refinarias e primário/integrado,
foi de 1,69 em 2000 e passou para 1,23
em 2004, registrando redução
de 27,2% no período. |
| 5. |
Entre as empresas associadas
ao IAI, 95% terão implementado Sistemas
de Gestão Ambiental (certificação ISO 14001 ou equivalente). |
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Resultado Global: Sistemas
de Gestão de Segurança, Saúde
Ocupacional e Meio Ambiente operam na
maior parte das plantas industriais das
empresas associadas ao IAI - 78% das reduções,
83% das refinarias de alumina e 91% das
minas de bauxita têm sistemas formais
e documentados. Certificações
ISO 14001 ou equivalentes foram obtidas
em porcentagem semelhante de plantas
industriais. |
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Brasil: Todas as produtoras
de alumínio primário possuem
certificação ISO 14001. |
| 6. |
Implementação de um Programa de Avaliação de Exposição
ao Risco e de Supervisão Médica para funcionários em 95%
das empresas associadas ao IAI. |
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Resultado Global: Programas
operam em 85% das plantas industriais
das associadas do IAI. Foi desenvolvida
uma definição
detalhada dos critérios necessários
para se enquadrar nesse objetivo. Esse
documento serve como base para a criação
e implementação de programas
nas plantas industriais que ainda não
os possuem. |
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Brasil: Todas as produtoras
de alumínio primário possuem
programas de avaliação de exposição
a riscos e de supervisão médica
para funcionários. Trata-se de exigência
legal no país. |
| 7. |
A produção de
alumínio primário usado pelo
setor de transportes será monitorada
anualmente pelo setor. Dessa forma, será possível
avaliar sua contribuição para a produção de veículos
mais leves e, conseqüentemente, para a redução das emissões
de gases de efeito estufa no transporte rodoviário, ferroviário
e marítimo. |
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Resultado Global: O volume
de alumínio primário produzido
para o setor de transportes subiu 5,5%
entre 2002 e 2003. A tendência mundial
aponta que o alumínio será responsável
por 200 kg de cada carro em 2015. |
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Brasil: O País apresenta
média de 45 kg de alumínio por
veículo, número muito inferior
ao dos EUA (128kg) e à Europa (100kg). |
| 8. |
A indústria irá monitorar seu desempenho na reciclagem de seus
produtos e usará os dados obtidos para estabelecer um objetivo voluntário.
O setor desenvolverá um programa de ação global para apoiar
o objetivo voluntário e, assim, incentivará um aumento significativo
da reciclagem do alumínio pós-consumo. |
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Resultado Global: Empresas
associadas ao IAI, que representam 25%
da produção
de alumínio reciclado mundialmente,
aumentaram a produção em 4% entre
2000 e 2003. Na Europa, a produção
de alumínio a partir de material reciclado
tem crescido em média 4% ao ano, nos últimos
22 anos. |
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Brasil: Em 15 anos, o Brasil
aumentou 4,5 vezes o volume reciclado
de alumínio,
passando de 65 mil toneladas em 1990
para 270 mil em 2004. |