02/04/2012
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Consumo doméstico de alumínio cresce 8,2% em 2011
Previsão para este ano é que o mercado cresça 4,8%
A Associação Brasileira do Alumínio - ABAL divulga o desempenho do mercado brasileiro do alumínio no ano de 2011 e a primeira previsão para 2012. De acordo com a entidade, o consumo doméstico de produtos transformados de alumínio foi de 1.451,7 mil toneladas, o que corresponde a um aumento de 8,2% em relação ao volume registrado em 2010.
O resultado confirma o bom desempenho dos principais setores transformadores do metal, com especial destaque para o de fios e cabos que apresentou um crescimento de 58,7%. Para 2012, a primeira previsão da ABAL é de que o consumo doméstico cresça 4,8% atingindo 1.521,8 mil toneladas. O desempenho dos demais setores pode ser verificado no quadro a seguir.
Unidade: 1.000 toneladas
(p): Previsão
Balança Comercial
As exportações da indústria brasileira do alumínio aumentaram 14,2% em relação a 2010, totalizando US$ 4,5 bilhões (FOB). As importações também cresceram 41,7% e chegaram a US$ 1,7 bilhão (FOB).
Em volume, as exportações de alumínio e seus produtos totalizaram 654,7 mil toneladas em 2011, registrando queda de 13,2% com relação ao ano de 2010. Já as importações de aumentaram 53%.
“O consumo brasileiro de alumínio tem crescido com vigor nos últimos anos, o que tem atraído a atenção de outros países, sobretudo da China, para este mercado potencial. Dessa forma, a preocupação é com a parcela deste mercado que será suprida pelos produtos importados, alijando a indústria nacional”, adverte Mauro Moreno, coordenador da Comissão de Economia e Estatística da ABAL.
Balança Comercial - Indústria do Alumínio
x 1000 US$ (FOB)
Fonte: SECEX
O resultado confirma o bom desempenho dos principais setores transformadores do metal, com especial destaque para o de fios e cabos que apresentou um crescimento de 58,7%. Para 2012, a primeira previsão da ABAL é de que o consumo doméstico cresça 4,8% atingindo 1.521,8 mil toneladas. O desempenho dos demais setores pode ser verificado no quadro a seguir.
Unidade: 1.000 toneladas
| Composição | Ano | Variação (%) | |||
| 2010 | 2011 | 2012 (p) | 2011/2010 | 2012/2011 | |
| Chapas | 501,3 | 502,9 | 560,4 | 3,9 | 7,6 |
| Folhas | 88,2 | 89,6 | 94,7 | 1,6 | 5,7 |
| Extrusão | 315,3 | 333,5 | 365,7 | 5,8 | 9,7 |
| Fios/Cabos | 105,5 | 167,4 | 152,7 | 58,7 | -8,8 |
| Fundição | 210,2 | 226,4 | 232,2 | 7,7 | 2,6 |
| Pó | 41,4 | 42,5 | 44,3 | 2,7 | 4,2 |
| Destrutivos | 39,1 | 41,9 | 42,0 | 7,2 | 0,2 |
| Outros | 40,9 | 29,5 | 29,8 | -27,9 | 1,0 |
| Total | 1.341,9 | 1.451,7 | 1.521,8 | 8,2 | 4,8 |
Balança Comercial
As exportações da indústria brasileira do alumínio aumentaram 14,2% em relação a 2010, totalizando US$ 4,5 bilhões (FOB). As importações também cresceram 41,7% e chegaram a US$ 1,7 bilhão (FOB).
Em volume, as exportações de alumínio e seus produtos totalizaram 654,7 mil toneladas em 2011, registrando queda de 13,2% com relação ao ano de 2010. Já as importações de aumentaram 53%.
“O consumo brasileiro de alumínio tem crescido com vigor nos últimos anos, o que tem atraído a atenção de outros países, sobretudo da China, para este mercado potencial. Dessa forma, a preocupação é com a parcela deste mercado que será suprida pelos produtos importados, alijando a indústria nacional”, adverte Mauro Moreno, coordenador da Comissão de Economia e Estatística da ABAL.
x 1000 US$ (FOB)
| Ano 2011 | Exportação | Importação | Saldo |
| Brasil |
256.040
|
226.245
|
29.795
|
| Indústria do Alumínio |
4.488
|
1.666
|
2.822
|
| • Al. e seus produtos |
1.978
|
1.637
|
341
|
| • Alumina |
2.191
|
20
|
2.171
|
| • Bauxita |
319
|
9
|
310
|
| Participação (%) |
1,8
|
0,7
|
9,5
|
| Ano 2010 | Exportação | Importação | Saldo |
| Brasil |
201.915
|
181.761
|
20.154
|
| Indústria do Alumínio |
3.930
|
1.176
|
2.754
|
| • Al. e seus produtos |
1.944
|
1.142
|
802
|
| • Alumina |
1.716
|
27
|
1.689
|
| • Bauxita |
270
|
7
|
263
|
| Participação (%) |
1,9
|
0,6
|
13,7
|
| Variação 2011/2010 | Exportação | Importação | Saldo |
| Brasil |
26,8%
|
24,5%
|
47,8%
|
| Indústria do Alumínio |
14,2%
|
41,7%
|
2,5%
|
