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Os centros urbanos recebem, portanto, a energia ainda em alta
tensão através de circuitos aéreos ou
subterrâneos. As linhas de distribuição
aéreas utilizam condutores de alumínio nus ou
protegidos, montados sobre isoladores, bem como condutores
isolados multiplexados para locais com pouco espaço
disponível para novos circuitos.
As empresas distribuidoras avaliam, de acordo com critérios
de confiabilidade e segurança, a necessidade de empregar
cabos subterrâneos isolados. Esta alternativa é
adotada em locais de grande concentração e onde
o aspecto visual não permite a instalação
de linhas aéreas. Aéreas ou subterrâneas,
estas linhas de transmissão secundárias fazem
parte de meios em que o alumínio é utilizado.

Cargas individuais geralmente pequenas e em grandes distâncias
são as características da distribuição
de energia elétrica no meio rural brasileiro. Este
perfil, que difere bastante da distribuição
no meio urbano, explica a falta de investimentos que o setor
sofreu durante muitos anos, em razão da baixa relação
custo/benefício.
Mas o desenvolvimento da produção agrícola
e do agrobusiness está
alterando este quadro, com as zonas rurais recebendo maior
atenção nos planos de crescimento do setor elétrico.
Condutores de alumínio nus, com ou sem alma de aço,
são usados na zona rural como alimentadores principais
na ligação entre as subestações
de distribuição e os centros de carga. Na ramificação
que leva a energia até o consumidor do campo ou grupo
de consumidores pode ser empregado o mesmo tipo de condutores
de alumínio dos centros urbanos, ou aqueles com cabos
de aço-alumínio.
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