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Em veículos automotivos comerciais, nos quais os custos de manutenção e a economia de operação a longo prazo são cruciais, o alumínio é extensivamente utilizado em carrocerias, e peças internas como pistões, blocos de motores, caixas de câmbio, chassis e acessórios. No Brasil, o uso do alumínio em carros e utilitários é da ordem de 50 kg/veículo, enquanto nos EUA é de cerca de 128 kg/veículo. A tendência do uso do metal nessa indústria é promissora, pois o menor consumo de combustível proporcionará uma redução considerável de emissões de poluentes. As emissões de gás carbônico são prejudiciais ao meio ambiente pois, por ser um gás estufa, contribui para o fenômeno de aquecimento do planeta, conforme amplamente debatido nas reuniões internacionais para consolidação do Protocolo de Kyoto. Para cada quilograma de redução do peso de um veículo há uma redução de 20 kg de emissão de gás carbônico equivalente.

Nesse setor, a expansão do uso do metal é uma tendência real. Para se ter uma idéia da força do alumínio na indústria de transportes, dos atuais 128 quilos por automóvel nos Estados Unidos, em média, prevê-se que, em 2005, os carros de passeio médios possam absorver 180 quilos de alumínio, com a substituição de peças e componentes feitos hoje com materiais mais pesados. Na Europa a média é de 95 kg, enquanto que no Brasil é de apenas 45 kg, com forte tendência de aumento.




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