
Baseando-se em estudos científicos, a Food and Drug Administration (FDA), dos Estados Unidos, órgão oficial de saúde que avalia e regulamenta o uso de alimentos e drogas para o consumo da população, classificou os compostos de alumínio na categoria dos produtos GRAS - Generally Recognized as Safe, cuja tradução é Produtos Reconhecidos como Seguros, podendo ser amplamente utilizado, por exemplo, em utensílios domésticos, desodorantes, medicamentos, em embalagens de alimentos, entre outras.
No Brasil essa segurança também tem respaldo legal da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), órgão vinculado ao Ministério da Saúde, uma vez que as indústrias fabricantes de embalagens, equipamentos e utensílios metálicos em contato com alimentos devem respeitar a resolução ANVISA RDC nº. 20/2007. Veja o comunicado técnico elaborado pela ABAL que traz orientações sobre a composição química das ligas utilizadas para a produção desses itens.
Anvisa também esclarece em seu site (http://www.anvisa.gov.br) que o comitê internacional de avaliação de riscos de contaminação em alimentos ligado à Organização Mundial de Saúde, o JECFA (Joint FAO/WHO Expert Committee on Food Additives), estabeleceu uma ingestão diária aceitável de 1 mg/kg de peso corpóreo, ou seja, uma pessoa de 60 kg poderia ingerir 60 mg de alumínio por semana, sem causar efeitos nocivos à saúde. O alumínio está presente naturalmente nos vegetais, frutas, produtos de origem animal e na água. Diariamente, uma pessoa sadia ingere alumínio através da comida e da água variando de 8 a 9 mg/dia. Esta quantidade é bem menor do que aquela preconizada pelo JECFA como máxima tolerável.
Mais detalhes, consulte o site do organismo internacional – JECFA: www.codexalimentarius.net/web/jecfa.jsp
Fonte: http://www.anvisa.gov.br
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