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A presença do alumínio e sua ação no corpo humano despertam o interesse da ciência desde o início do século. Apesar da constatação de que é muito pequena a quantidade de alumínio que se torna biologicamente disponível, estudos mais aprofundados foram realizados com a finalidade de medir em condições extremas seu grau de absorção e a capacidade de excreção pelo corpo humano. Ministrado em doses de até 125 mg, ou seja, 10 vezes acima da ingestão habitual diária, constatou-se que nada é retido pelo organismo, sendo completamente eliminado pelas fezes e pela urina.

Quando a quantidade ingerida ultrapassa a capacidade de eliminação do organismo, basta descontinuar ou baixar os níveis de ingestão para que o processo de depuração através dos rins se encarregue da sua completa eliminação.


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