Um estudo realizado pelo Centro de Tecnologia de Embalagem - CETEA, do Instituto de Tecnologia de Alimentos - ITAL, com o objetivo de levantar dados sobre o potencial de transferência de alumínio proveniente de panelas durante o preparo de alimentos, concluiu que o cozimento em panela de alumínio contribui com cerca de 2% do limite máximo de ingestão do metal recomendado pela Organização Mundial de Saúde - OMS - 1 mg diário de alumínio por quilo de massa corporal.
A pesquisa levantou dados sobre o potencial de transferência de alumínio proveniente das panelas durante o preparo de um cardápio tipicamente brasileiro: feijão, arroz, bife, batata e molho de tomate, entre outros, pois a ingestão varia em decorrência da dieta da população e de outros fatores, como as condições de cozimento e o tipo de panela.
Resultado: a dissolução de alumínio identificada durante o cozimento é inferior até mesmo ao teor do metal presente naturalmente em alguns alimentos.
Para maiores detalhes, veja abaixo a apresentação do CETEA sobre o desenvolvimento e conclusões do estudo:
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Relatório do
CETEA
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Apresentação da Dra.
Silvia T. Dantas - CETEA
Palestra: "Dissolução do Alumínio
nos Alimentos"
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Consulte também
Publicações
ABAL: Alumínio & Saúde |