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A doença de Alzheimer foi diagnosticada, pela primeira vez em 1906, pelo médico alemão Dr. Alois Alzheimer. Embora os estudos sobre a doença tenham sido desenvolvidos em larga escala, sua cura ainda é incerta. Até hoje, algumas teorias ainda relacionam o alumínio com a causa da doença. Porém, esta hipótese já foi descartada no meio científico: os pesquisadores afirmam que não existe relação entre a presença de alumínio no organismo e o Alzheimer.

Atualmente, muitos estudos sobre a doença têm sido publicados em renomadas revistas científicas internacionais; porém, pouco é investido em novas pesquisas, já que a comunidade científica considera a toxicidade do alumínio muito baixa para o ser humano. Várias teorias foram investigadas, esclarecendo parcialmente o que acontece no cérebro de quem sofre com a doença. Mas, a real causa do Alzheimer ainda não foi diagnosticada. Por isso, algumas vezes, aparecem boatos que relacionam a doença ao alumínio.

Os estudiosos aceitam que, embora esteja presente em todas as partes do corpo (nos órgãos, tecidos e fluidos) desde o nascimento, o alumínio não possui uma função essencial à vida e não representa risco para a saúde humana. Todos esses fatores inibem novos estudos, já que, como os resultados são “negativos”, os trabalhos geralmente não são publicados. Em suma, não há evidências de que o alumínio seja a causa da doença de Alzheimer.


Alguns fatores que tem ratificado essas condições são:
A elevação da concentração de alumínio no cérebro estaria associada a um processo natural de envelhecimento ou a uma conseqüência da própria doença;
Apesar das diversas teorias existentes sobre as causas da doença de Alzheimer, os fatores genéticos são apontados como determinantes para a doença;
Existe uma barreira efetiva no trato gastrointestinal que dificulta ou até impede a absorção do alumínio ingerido nos alimentos ou nos líquidos: ou seja, a quase totalidade é eliminada pelas fezes e a pequena absorção (aproximadamente 0,01%) é posteriormente eliminada pela urina;
Há uma barreira hematoencefálica que protege o cérebro de substâncias externas, inclusive o alumínio, da corrente sanguínea para o cérebro;
Segundo o FDA, a ingestão normal de alumínio na dieta e na água não pode ser considerada tóxica e não tem significado do ponto de vista de Saúde Pública;
Apenas uma pequena porcentagem do alumínio ingerido na dieta diária tem origem no contato do alimento com produtos de alumínio, mesmo sob condições de exposição.

Veja ainda os seguintes links de entidades especializadas nesse assunto no Brasil e mundo:

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Uma das mais controvertidas hipóteses veiculada pela mídia é sobre a correlação entre o alumínio e a doença de Alzheimer. Essa suspeita foi originada a partir da constatação de que portadores da doença de Alzheimer possuíam traços de alumínio em seus cérebros. Inúmeros estudos não foram capazes de demonstrar conclusivamente essa correlação. Não se pode afirmar que esse metal desempenhe um papel na gênese da enfermidade. Algumas pessoas, desinformadas ou mal intencionadas, baseiam seus pseudo-tratamentos, no mínimo duvidosos como a quelação, apoiados nessa equivocada premissa."
Fonte: Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAZ) http://www.alzheimermed.com.br/m2_resp.asp?tit=Duvídas+frequentes&cod_pagina=1033&id=14

Mito: Muitas pesquisas demonstram que não existe nenhuma evidência para considerar o alumínio como fator de risco para a doença de Alzheimer ou a causa da demência”.
Fonte: 2006 Alzheimer´s Association, Chicago, EUA
http://www.alz.org/AboutAD/Myths.asp

Mais detalhes consultar referências a seguir:

Apresentação do Dr. Thomas Wisniewski
Palestra: "Alumínio e a Doença de Alzheimer"
PDF on-line (202 KB)
ZIP download (183 KB)
Apresentação do Dr. Ted Lidsky (Ph.D.)
Palestra: "Aluminum and Health: Neurological Issues"
PDF on-line (4,5 MB)
ZIP download (4,5 MB)


Consulte também
Publicações ABAL: Alumínio & Saúde
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